Flávio Bolsonaro afirma que Jair Bolsonaro subirá a rampa do Palácio do Planalto e colocará a faixa presidencial no filho, caso venca o segundo turno contra Lula (PT).
Ocorrência em Brasília, durante reunião do PL com parlamentares e governadores eleitos.
PL ampliou bancada: 121 cadeiras na Câmara, 19 no Senado; cálculo com parlamentares em meio mandato chega a 28 senadores.
Informação confirmada pelo Estadão, parceiro do PrimeiroJornal.
Brasília – O senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), subirá a rampa do Palácio do Planalto e colocará a faixa presidencial nele caso seja vitorioso no segundo turno contra Lula da Silva (PT). A declaração ocorreu durante a primeira reunião conjunta de Flávio com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, com parlamentares e governadores eleitos pela legenda, em Brasília. O PL conquistou 121 cadeiras na Câmara e 19 no Senado, alcançando uma bancada de 28 senadores ao considerar parlamentares em meio de mandato. As aspas foram confirmadas pelo Estado de S. Paulo, parceiro do PrimeiroJornal.
“O Brasil realmente virou de verdade, mas a gente precisa dar continuidade a isso. A gente vai ganhar a eleição, como sempre falei, desde o primeiro dia, é pela política. Quem tem voto no Brasil é a gente. Não é artista, famosinho, nem influencer. É deputado, senador, governador. E a gente que já passou pelo crivo das urnas algumas vezes sabe o que é manter a credibilidade, buscar aumentar a votação”, relatou Flávio Bolsonaro.
Ao lado de Flávio, a senadora eleita pelo Distrito Federal e ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) discursou sobre o cotidiano ao lado do marido e destacou que o desejo de Jair Bolsonaro é retornar à militância pública. “Para o meu marido, não é engano para ninguém que, se a gente não estiver ao lado dele, ele é uma ameaça para ele mesmo. Ele [sozinho] não toma medicamento, não se alimenta, não faz as atividades. Tive que conciliar [a campanha] com o cuidado com ele. A prioridade, eu sempre falei, é ele estar bem. Esse é um momento difícil (…) para um homem que foi tirado da tomada não é fácil. Ele é um siri na lata. O anseio dele é estar nas ruas, é o que a gente faz, é o que nos move”, disse Michelle.

