Resumo jornalístico:
– Dólar fecha em queda pela segunda sessão, abaixo de R$ 5 (R$ 4,985).
– Ibovespa atinge novo fechamento acima de 209 mil pontos, com recorde intradia de 209.713,45 pontos.
– Brent sobe para US$ 104,72 e WTI fica em US$ 91,85, com o petróleo sustentado por riscos de oferta.
– IPCA de setembro sobe 0,82%; inflação em 12 meses fica em 4,58%. Dólar recua 4,44% na semana; Ibovespa avança 8,82%.
O dólar comercial fechou em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,985, após atingir a mínima de R$ 4,977 durante a sessão desta sexta-feira (9). A divulgação de pesquisas eleitorais e a valorização de moedas de mercados emergentes contribuíram para o movimento no câmbio, que já acumula desvalorização semanal de 4,44% e recuo de 9,18% no ano.
Na Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa avançou aproximadamente 1,38% e fechou acima de 209 mil pontos, com o índice registrando máxima histórica de encerramento em 209.066,90 pontos e intradia de 209.713,45 pontos. O desempenho semanal foi forte, com alta de 8,82%, impulsionado pela entrada de recursos em ações brasileiras e pelas expectativas sobre o cenário político e econômico a partir de 2027.
No cenário internacional, o Brent para dezembro fechou em US$ 104,72 por barril, alta de 0,42%, enquanto o WTI para novembro encerrou em US$ 91,85 por barril, alta de 0,39%. Os contratos mantiveram-se acima de US$ 100 por barril em meio a preocupações com a oferta global, tensões geopolíticas no Oriente Médio e interrupções de produção no Golfo do México provocadas pelo furacão Isaias.
Entre os indicadores domésticos, o IPCA de setembro subiu 0,82%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, a inflação mostra alta de 4,58%. O dólar índice DXY, que mede o desempenho da moeda frente a uma cesta de seis divisas, operou estável, com leve alta de 0,08%.
As bolsas de Nova York também fecharam em alta, com o S&P 500 ganhando 0,60% à vista da temporada de resultados do terceiro trimestre e da atenção aos próximos dados de inflação.
Com informações da Reuters
Crédito: Reuters
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