Resumo: A Prefeitura de Salvador afirma que atrasos e redução da frota de ônibus em Salvador decorreram da adesivação de veículos por sindicalistas, com material de boca de urna, configurando crime eleitoral. A denúncia envolve a Região Metropolitana de Salvador e requer apuração e responsabilização dos envolvidos, além de avaliar relatos de obstrução do transporte público na região. A notícia tem repercussão política e envolve a gestão municipal.
Salvador, BA — Ainda no domingo, a prefeitura informou que os atrasos na frota de ônibus e a diminuição da frequência de atendimento teriam como motivação a ação de sindicalistas que adesivaram os veículos com material de boca de urna, configurando crime eleitoral, conforme apontado pela administração municipal.
O secretário municipal de Mobilidade defende que não apenas os sindicalistas envolvidos devem ser identificados e responsabilizados, como também que outras denúncias de obstrução da operação do transporte público na Região Metropolitana de Salvador devem receber a mesma atenção dada à gestão da capital baiana.
“É um absurdo, no estado democrático, que todos nós defendemos, a gente ter uma postura dessa natureza, em que há uma ação desproporcional. Há imagens circulando em toda a imprensa das garagens dos ônibus metropolitanos lotados, e não houve posição do governador ou do Governo do Estado; pelo contrário, houve a criação de um fato político em relação a este tema. Mas a gente tem muita tranquilidade, porque independente de política, estamos aqui para trabalhar pelas pessoas”, apontou o secretário.

