Resumo jornalístico
Bahia vence o São Paulo por 3 a 2 na Arena Fonte Nova, pela 33ª rodada do Brasileirão. Rogério Ceni elogia a recuperação da equipe após abrir 2 a 0 e aponta Everton Ribeiro como decisivo para retomar o controle. Destaques para a evolução de Nestor, Veliz e o desempenho coletivo do time baiano.
Palavras-chave: Bahia, São Paulo, Arena Fonte Nova, Brasileirão, Rogério Ceni, Everton Ribeiro, Alejo Veliz, Rodrigo Nestor
Arena Fonte Nova, Salvador – O Bahia derrotou o São Paulo por 3 a 2, nesta quarta-feira (28), pela 33ª rodada do Brasileirão. O técnico Rogério Ceni elogiou a recuperação da equipe após abrir 2 a 0 e destacou a entrada de Everton Ribeiro como determinante para retomar o controle da partida, sinalizando que o meia pode voltar a iniciar uma disputa.
Na avaliação de Ceni, o Bahia perdeu a capacidade de recomposição ao apostar nas transições, depois de construir a vantagem de 2 a 0. O São Paulo empatou ainda na primeira etapa.
“Jogar contra o São Paulo nunca vai ser fácil. No começo do jogo, a gente foi muito bem: bola no pé, construção, fizemos dois gols e poderíamos ter feito o terceiro. Depois começamos a jogar só em transição e começamos a cansar; a gente passou a não conseguir mais recompor o time. Sofremos dois gols. No segundo tempo mudamos a característica do jogo, ficamos mais com a bola; Everton mudou isso. Conversamos no intervalo, começamos mal no segundo tempo, mas mudamos e conseguimos voltar a ter o controle do jogo. Tivemos que arriscar com mudanças mais técnicas e retomamos o controle.”

Crédito: Letícia Martins/EC Bahia.
MAIS MINUTOS PARA EVERTON RIBEIRO Ao comentar as opções para o meio-campo, Ceni elogiou o desempenho recente de Rodrigo Nestor, mas ressaltou a evolução de Everton Ribeiro para ganhar mais tempo em campo.
“Claro que, com o Everton, você ganha mais qualidade; com ele em campo, você tem mais a bola. Nossa característica é usar um primeiro volante e complementar com jogadores mais físicos quando é o Caio, e mais técnicos quando é o Acevedo. Nestor vem desempenhando bem nos últimos jogos, mas o Everton mostra que está cada dia mais pronto para mais minutos e até para começar um jogo.”

Crédito: Letícia Martins / EC Bahia.
DEFESA DO TRABALHO DE VÉLIZ Questionado sobre o jejum de gols de Alejo Veliz, que está sem marcar há sete jogos, o treinador valorizou a contribuição do centroavante na abertura de espaços para os companheiros e nas disputas com a defesa adversária. Segundo Ceni, o argentino não teve uma oportunidade clara de marcar contra o São Paulo.
“Acho que ele não conseguiu ter oportunidade; hoje ele não teve uma chance real, mas abriu muito espaço para Kike, para Pulga, para infiltrações de Jean Lucas. Ele é um jogador que deixa tudo em campo, faz um serviço que não podemos deixar de destacar. Arboleda é raro perder esse um contra um, e hoje Alejo venceu a maioria. Puxamos muitos contra-ataques assim. Claro que queremos ver o nove fazendo gols, mas ele vem trabalhando pelo time, com ele pode.”
Resumo: Em coletiva após o jogo contra o Santos, o técnico Rogério Ceni tratou da discussão entre Neymar e Rodrigo Nestor. Disse não enxergar ofensa ao Bahia e elogiou a reação de Nestor diante das provocações. Ressaltou a grandeza do Bahia e a natureza competitiva do duelo como parte do jogo. Dados apresentados de forma contida e objetiva.
Bahia abriu a pauta em entrevista coletiva após o confronto contra o Santos, quando o técnico Rogério Ceni foi questionado sobre a discussão entre Neymar e o Rodrigo Nestor. O treinador afirmou não enxergar nenhuma ofensa ao Bahia no episódio e elogiou a postura do meio-campista tricolor diante das provocações.
“Não enxergo nada que indique ofensa ao Bahia, nem vejo motivos para isso. Sobre o que houve em campo, a leitura pode variar, mas a maturidade de Nestor ficou evidente ao lidar com a situação e seguir no jogo. A grandeza do Bahia não se discute”, afirmou Ceni, segundo aponto as palavras retidas na coletiva. ”
O treinador ainda comentou o papel de cada atleta naquele momento: não vê intenções de desrespeito por parte de Neymar, e destacou que o desafio mental ficou com Nestor, que permaneceu ativo e soube administrar a pressão ao longo da partida contra o Santos.
“É do jogo fazer parte desse momento de tensão. A reação de Nestor foi importante para manter o time competitivo. Não posso concluir que houve desrespeito; o que houve é uma situação típica de confronto entre equipes, tratada com foco e profissionalismo por nossos atletas, especialmente pelo Nestor, que permaneceu em campo e seguiu contribuindo para o resultado. ”
