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Lula quer evitar a assunção do cargo pelo sucessor e buscará opções para a Casa Civil

Lula quer evitar a assunção do cargo pelo sucessor e buscará opções para a Casa Civil
Lula quer evitar a assunção do cargo pelo sucessor e buscará opções para a Casa Civil

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RESUMO: Lula avalia ampliar o leque de opções para chefiar a Casa Civil em seu quarto mandato, com Haddad e Camilo Santana entre os favoritos; Gleisi Hoffmann é citada como alternativa, e ministérios da Segurança Pública e da Educação aparecem no radar, em meio ao histórico de Dilma Rousseff.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discute com aliados a possibilidade de ampliar as opções para chefiar a Casa Civil, pasta central na articulação entre ministérios e entes federativos, em seu quarto mandato, segundo apuração da CNN Brasil.

A apuração aponta Haddad e Camilo Santana como principais nomes na cogitação para o posto. Haddad era o favorito antes das eleições; Camilo Santana ganhou força ao ingressar no núcleo da campanha no segundo turno, conforme apuração da CNN Brasil.

Lula tem ponderado que a nomeação de um dos dois para a Casa Civil poderia ser interpretada como sinalização de uma eventual sucessão, e não quer adiantar esse tema; o objetivo é manter o foco no mandato atual e deixar a discussão para depois, dizem interlocutores.

Entre as possibilidades, aliados sugeriram Gleisi Hoffmann, que perdeu a eleição para o Senado no Paraná e ficou sem mandato, como uma alternativa para o cargo.

Ainda há avaliação sobre onde cada um poderia atuar para manter peso político sem indicar uma fusão. Em âmbito ministerial, surgem rumores sobre a criação do Ministério da Segurança Pública, caso a PEC que fortaleça as atribuições federais nessa área seja aprovada, e sobre o Ministério da Educação, encarregado de prometer metas como a universalização da escola em tempo integral e o Pé-de-Meia Universitário.

Historicamente, após os dois primeiros mandatos de Lula, Dilma Rousseff foi indicada para sucedê-lo; ela chefiou a Casa Civil entre 2005 e 2010 e ficou conhecida como a “mãe do PAC” por conduzir o Programa de Aceleração do Crescimento, que centralizava as principais obras do governo.

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