Pular para o conteúdo

PF prende operador de rede ilícita que fabricava e vendia documentos públicos falsos

PF prende operador de rede ilícita que fabricava e vendia documentos públicos falsos
PF prende operador de rede ilícita que fabricava e vendia documentos públicos falsos

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO

RESUMO: A Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira, 6 de novembro, um suspeito ligado a organização criminosa que falsificava documentos públicos no Amazonas, incluindo certidões de nascimento para obtenção de registros civis. A prisão integra a segunda fase da Operação Papel Fantasma, que investiga o grupo.

Divulgação/PF
PF prende operador de rede que produzia e vendia documentos públicos falsos

Um suspeito de integrar uma organização criminosa dedicada à produção e venda de documentos públicos falsos foi detido pela Polícia Federal nesta sexta-feira, 6 de novembro, no Amazonas. O investigado é apontado como um dos responsáveis por operacionalizar o esquema, incluindo a emissão fraudulenta de certidões de nascimento usadas para obtenção irregular de registros civis.

Segundo a corporação, o homem atuava na intermediação de interessados, na obtenção, retirada e entrega dos documentos, além de negociar e dividir os valores recebidos pelo esquema. Ele também teria adotado medidas para esconder documentos e apagar registros relacionados às atividades criminosas.

A prisão marca a segunda fase da Operação Papel Fantasma. O mandado foi expedido pela Justiça Federal no Amazonas, conforme as autoridades.

A nova etapa foi motivada pela análise de materiais apreendidos na primeira fase, que indicaram linguagem codificada e intermediários para dificultar a identificação dos envolvidos e a fiscalização de procedimentos documentais.

Entre as irregularidades sob investigação está a emissão de certidões de nascimento com dados falsos mediante pagamento, com uso posterior para obter registros civis de forma irregular.

Primeira fase

A primeira fase da Operação Papel Fantasma ocorreu em outubro de 2026, com o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. A análise de aparelhos eletrônicos e documentos recolhidos permitiu identificar a estrutura da organização e a divisão de tarefas entre os integrantes.

Os investigados poderão responder por falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa, conforme a participação de cada um. As apurações continuam.

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO