Professores de várias cidades baianas estão realizando atos de manifestação e paralisando as atividades em pleno início de ano letivo. O motivo é a falta de pagamento do reajuste salarial, definido em 11,36%.
As paralisações e manifestações já aconteceram em Feira de Santana, Lauro de Freitas, Rio de Contas, Salvador e Teixeira de Freitas. A APLB/Sindicato anunciou uma greve geral nos dias 15, 16 e 17 de março nos municípios que descumprirem o reajuste.
Em Prado, a Prefeita Mayra Brito encaminhou projeto de lei solicitando autorização para pagar o reajuste de 11,36%, conforme piso nacional, já partir do último mês de janeiro. O projeto de lei prevê o pagamento do retroativo incluído na próxima folha de pagamento, prevista para ser depositada nas contas dos funcionários municipais no dia 05 de março.
Por maioria absoluta, na sessão na Câmara de Vereadores, realizada na última terça-feira, dia 23, o projeto de lei foi aprovado em única discussão e votação. Os profissionais pradenses comemoram, enquanto outros milhões de professores se preparam para sair às ruas cobrando o pagamento das prefeituras, que declaram não ter dinheiro para pagar o reajuste.
Esse é o contraste das administrações públicas que não estão preparadas para enfrentar os desafios dos dias atuais, sobretudo, em época de crise.
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