Novos radares em BH: veja onde nove aparelhos foram instalados

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Quem está acostumado a andar pela cidade já notou o aumento de radares. Os motoristas de Belo Horizonte devem ficar atentos à sinalização, oito novos radares de fiscalização começaram a operar na terça-feira (22/3) da semana passada e, a partir desta quinta-feira (31/3), mais um local entra em operação com equipamento de fiscalização eletrônica na capital mineira.
Segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), os equipamentos instalados são do tipo Detector de Avanço de Sinal (DAS), Detector Parada sobre Faixa de Pedestres (DPFP) e  Detector de Invasão Faixa Exclusiva (DIF).
A medida visa proporcionar mais segurança a pedestres, ciclistas e motoristas. Além disso, os equipamentos com a função de fiscalização de faixa exclusiva têm o objetivo de priorizar a circulação dos transportes públicos por ônibus, diminuindo o tempo dos itinerários.
“Os equipamentos com a função de fiscalização de trânsito de veículos não autorizados em faixas de circulação exclusiva (DIF), visam priorizar a circulação dos ônibus, criando melhores condições de tráfego para os veículos do transporte coletivo gerenciados pela BHTRANS, aumentando o conforto e diminuindo os tempos dos itinerários, e promovendo a segurança viária aos usuários do sistema” informou a Prefeitura de Belo Horizonte.
 
 
Em fevereiro, a empresa de transportes já havia instalado 11 novos radares na capital mineira, em áreas críticas para acidentes da capital.

Veja os endereços dos novos radares:

1. Avenida Dom Pedro I, lado oposto ao Nº 1.300, pista do MOVE (Sentido Bairro / Centro)
  • DIF – Detector de Invasão Faixa Exclusiva
2. Avenida Cristiano Machado, esquina com a Rua Dom Leme, pista do MOVE (Sentido Bairro / Centro)
  • DAS – Detector de Avanço Semáforo
3. Avenida Dom Pedro I, Nº 2.177, pista do MOVE (Sentido Bairro / Centro)
  • DAS – Detector de Avanço Semáforo
4. Avenida Cristiano Machado, Nº 2.150, pista do MOVE (Sentido Centro / Bairro)
  • DAS+DPFP – Detector de Avanço Semáforo Detector Parada sobre Faixa de Pedestres
5. Avenida do Contorno, esquina com a Rua Espírito Santo (Sentido Centro / Barro Preto)
  • DAS DPFP – Detector de Avanço Semáforo Detector Parada sobre Faixa de Pedestres
6. Rua Espírito Santo, esquina com a Avenida do Contorno (Sentido Centro / Bairro)
  • DAS DPFP – Detector de Avanço Semáforo Detector Parada sobre Faixa de Pedestres
7. Avenida Dom Pedro I, Nº 2.062, pista mista (Sentido Centro / Bairro)
  • DAS DPFP – Detector de Avanço Semáforo Detector Parada sobre Faixa de Pedestres
8. Avenida Presidente Antônio Carlos, entre Rua Formiga e Viaduto Angola, pista MOVE (Sentido Centro / Bairro e Sentido Bairro / Centro)
  • DAS DPFP – Detector de Avanço Semáforo Detector Parada sobre Faixa de Pedestres
9. Avenida Silva Lobo, esquina com Rua Platina (Sentido Calafate / Nova Suissa e Sentindo Nova Suissa / Calafate)
  • DAS DPFP – Detector de Avanço Semáforo Detector Parada sobre Faixa de Pedestres
Atualmente, a capital já soma 377 radares ativos, que realizam o monitoramento de 998 faixas, em 339 locais.
Para conferir a lista completa de radares na capital com a localização, acesse o Portal da Prefeitura.
  

Frota e acidentes 

 
Dados apresentados pela companhia mostram que em mais de 20 anos, entre 1999 e 2020, a frota de veículos licenciados na capital mais que triplicou, passando de pouco mais de 655 mil em 1999 para mais de 2,2 milhões de veículos em 2020.
Porém, a taxa de mortalidade, que representa o número de mortes para cada 10 mil veículos, passou de 5,98 em 1999, para 0,51 em 2019.
A taxa de atropelamento por 10 mil veículos passou de 68,50 em 1999, para 4,88 em 2020. O número total de atropelamentos neste mesmo período foi reduzido em 75.8%, passando de 4.488 registrados em 1999 para 1.082 em 2020.
Para a BHTrans, os números também se mostraram satisfatórios em relação à taxa de severidade, que considera o número de mortos para cada 1 mil acidentes de trânsito registrados. Esta última passou de 34,13 em 1999 para 10,64 em 2020. 
O número total de vítimas fatais neste mesmo período foi reduzido em 71%, passando de 392 registros em 1999 para 113 em 2020. Já o número de vítimas não fatais não teve muita alteração ao longo dos anos. Em 1999 foram registrados 13.256 acidentes não fatais e 12.544 em 2020.
O número total de acidentes de trânsito, proporcionalmente à evolução da frota de veículos, também diminuiu. Em 1999, por exemplo, verificava-se uma média de 1 acidente para cada 57 veículos da frota licenciada de BH, passando para 1 acidente para cada 209 veículos em 2020.
A PBH ressalta que diversos aparelhos foram desligados no ano de 2020 em função de término contratual, e estão sendo reinstalados somente neste ano, a partir da assinatura de novos contratos.
 
*Estagiário sob supervisão da subeditora Jociane Morais  

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