Preço da gasolina contribui para a subida do custo de vida em BH

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O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,86% em Belo Horizonte em abril, segundo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), da UFMG.

A gasolina comum, com alta de 2,03% nos preços, foi o produto que mais contribuiu para esse aumento.
Alimentos industrializados (4,06%); alimentos de elaboração primária (3,82%) e vestuário e complementos (2,32%) apresentaram as maiores variações positivas.
Também houve majoração nos preços de alimentação em restaurante (2,07%); saúde e cuidados pessoais (1,96%); e artigos de residência (1,26%).
Em compensação, bebidas em bares e restaurantes sofreram queda de 1,22%.
No geral, a inflação está em 11,33% no acumulado dos últimos 12 meses.

Cesta básica em BH

O Ipead também apresentou o custo da cesta básica em BH, que subiu de R$ 695,41, em março, para R$ 716,26, em abril (alta de 3%).
Tomate (11,54%), batata inglesa (16,74%), farinha de trigo (11,62%) e pão francês (5,45%) estão entre os alimentos com o maior percentual de aumento.

O estudo apontou baixas na carne de boi chã de dentro (-1,48%) e na banana caturra (-5,45%), além de ligeira ascensão no preço do arroz (0,7%).

A cesta básica de R$ 716,26 corresponde a 59,1% do salário mínimo de R$ 1.212,00.

Índice de Confiança

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) em Belo Horizonte cresceu 1,75%, alcançando 34,53 pontos em abril.
A ???Pretensão de Compra??? para o Dia das Mães cresceu 16,77% em comparação a 2021, com 59,52% dos entrevistados respondendo positivamente sobre a intenção de presentear a mãe ou alguma pessoa próxima.
Se comparado a 2021, o valor médio dos presentes a serem adquiridos subiu 6,97%, de R$ 88,81 a R$ 95,00.

Conforme o Ipead, 34% dos consumidores pretendem gastar uma faixa de R$ 51,00 a R$ 100,00, 24% de R$ 101,00 a R$ 150,00, 22% até R$ 50,00 e 19% acima de R$ 150,00.

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