Remédios e combustíveis puxam alta da inflação na Grande BH em abril

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no Brasil, fechou abril em 1,06% na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O índice foi o mesmo registrado no país e inferior ao registrado em março, de 1,44%. O levantamento foi divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira (11/5).
 
 
A variação nos últimos 12 meses na Grande BH foi de 11,51%. Em abril do ano passado, a variação foi de 0,43%.
 
Na comparação com outras regiões pesquisadas pelo IBGE, a Grande BH teve a quinta maior variação, junto de São Paulo, ficando atrás de Rio de janeiro (1,39%), Belém (1,21%), Porto Alegre (1,13%) e Recife (1,12%) 
Os principais impactos na inflação vieram da saúde e cuidados pessoais (2,52%), transportes (1,92%), artigos de residência (1,76%), vestuário (1,64%) e alimentação e bebidas (1,52%).
Dentro da saúde e cuidados pessoais, a maior variação ocorreu nos antidiabéticos (11,24%), anti-infecciosos e antibióticos (8,24%), produtos farmacêuticos (8,02%), anti-inflamatório e antirreumático (7,21%) e dermatológicos (6,88%)
Nos transportes, a inflação foi puxada, sobretudo, pelo aumento no etanol (8,08%), no diesel (4,44%) e na gasolina (3,13%), além do seguro voluntário de veículo (7,09%).
Por fim, os móveis para copa e cozinha (3,14%) elevaram a variação nos artigos de residência. 
 
A queda mais acentuada nos preços ocorreu na Habitação (-1,78%), que se deveu principalmente à energia elétrica residencial (-6,90%). A partir de 16 de abril, passou a vigorar a bandeira tarifária verde, sem cobrança extra na conta de luz, com impacto de -0,32p.p. 

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