A estratégia do PT para tentar tirar a mulher de Moro da eleição

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Esposa do ex-juiz Sergio Moro, a advogada Rosângela Moro (União-SP) enfrentará dificuldades adicionais para se candidatar a deputada federal por São Paulo nas eleições deste ano.

Diferente do que ocorreu com o ex-juiz, a ideia do PT é deixar para contestar a transferência de domicílio eleitoral de Rosângela do Paraná para São Paulo após ela registrar a candidatura.

Autor da ação que barrou a mudança de domicílio de Moro para São Paulo, o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) já avisou que só acionará o TRE-SP contra Rosângela após o registro.

A ação deverá ter os mesmos argumentos que fez a Corte indeferir a troca de endereço eleitoral do ex-ministro da Justiça, que agora terá de concorrer pelo Paraná, possivelmente ao Senado.

Essa estratégia do PT dará a Rosângela menos tempo para tentar articular sua candidatura pelo Paraná, caso a Justiça Eleitoral decida de forma semelhante ao que fez com seu esposo.

Ela corre o risco de ficar sem espaço na chapa paranaense do União Brasil. Nesta eleição, os partidos têm um limite menor no número de candidatos ao Legislativo por estado.

Assim, caso a chapa do União Brasil no Paraná já esteja completa, será necessário uma renúncia de um dos candidatos já registrados para abrir espaço para Rosângela.

Pelo calendário do TSE, os registros de candidatura podem ocorrer a partir de 20 de julho, quando são permitidas as realizações de convenções partidárias. O prazo final é o dia 15 de agosto.

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