A casa caiu: Polícia prende acusados de venda de rifas e apreende dezenas de carros, motos e dinheiro

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23 carros, um caminhão, 26 motocicletas, três pistolas, um revólver e mais R$ 122 mil distribuídos entre residências, escritórios e salas comerciais dos suspeitos.

O dinheiro, as armas e os veículos foram apreendidos durante operação deflagrada nesta quarta-feira (02), feriado de finados, em Arapiraca, no estado de Alagoas, para investigar sorteios realizados em rifas, com o sorteio de vários prêmios.

De acordo com o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Receita Federal e Ministério da Economia os prêmios estavam sendo sorteados sem o devido recolhimento dos impostos.

A polícia estima que a quantia movimentada no esquema, esteja na ordem de R$ 65 milhões, valor do pedido solicitado para bloqueio judicial.

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Polícia investiga crimes de fraude, exploração de jogo de azar, falsidade ideológica

A operação foi deflagrada, simultaneamente, nos estados de Alagoas (em Maceió e Arapiraca) e Bahia (em Salvador e Lauro de Freitas), em cumprimento à cinco mandados de busca e apreensão e prisão dos suspeitos de participar de esquema de rifas ilegais nos dois estados.

Três irmãos e um quarto envolvido foram presos durante a ação policial, enquanto um quinto acusado segue foragido. Outras quatro pessoas – suspeitas de participação do esquema – ainda estão sendo investigadas e não tiveram mandado de prisão expedido.

Em Alagoas, foram expedidos cinco mandados de prisão e quatro deles foram cumpridos nas cidades de Maceió e Arapiraca. Também foram expedidos dois mandados contra um casal, acusado do mesmo crime, no estado da Bahia. Os suspeitos estão negociando sua apresentação à polícia.

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Um dos quatro acusados de movimentar o esquema de venda de rifas

Os presos devem responder pelos crimes de fraude, exploração de jogo de azar, falsidade ideológica. De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Civil de Alagoas, as investigações ocorreram nos últimos seis meses e a polícia acredita que a organização criminosa estaria atuando há pelo menos um ano e meio realizando rifas e sorteios ilegais por meio de seis perfis nas redes sociais.

As investigações começaram a partir da denúncia de que muitos dos bens estavando sendo leiloados várias vezes, com premiações para pessoas próximas aos organizadores do sorteio.

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