Bruno Monteiro sinaliza que quer diálogo com o setor cultural e continuidade de projetos na Secult

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O anúncio de que o gaúcho Bruno Monteiro seria o secretário estadual da Cultura no governo de Jerônimo Rodrigues (PT) gerou reações controversas. Ex-assessor do senador Jaques Wagner (PT), ele foi visto como uma indicação política para alguns artistas baianos. Por outro lado, próximo do compositor Caetano Veloso, seu nome também recebeu apoios públicos. Agora, ele está em busca de diálogo para encontrar consensos no setor cultural.

“Como eu falei já no dia do anúncio, a principal marca do nosso trabalho é o diálogo. A gente já tem feito esse esforço ao longo dos últimos dias, desde o anúncio, de procurar os setores, receber quem está envolvido, falar com a própria Secretaria, pois eu tenho essa responsabilidade de conhecer as coisas que estão em andamento e apropriar”, afirmou Monteiro, em entrevista na manhã deste domingo (1º), na cerimônia de posse de Jerônimo.

Monteiro também sinalizou que sua gestão à frente da Secretaria da Cultura (Secult) deve priorizar a continuidade de projetos já iniciados nas gestões petistas anteriores, começando pelas execuções do Carnaval e da Lei Paulo Gustavo.

“A agenda da Secretaria de Cultura é uma agenda de muitas coisas em andamento. A gente tem aí o Carnaval, tem a execução da Lei Paulo Gustavo provavelmente já no primeiro trimestre. Então nós temos a preocupação de não ter nenhum tipo de descontinuidade. Este momento está sendo de conhecer melhor como está o andamento das políticas, das ações, para logo em seguida nos planejarmos e apresentarmos uma proposta para os 100 dias de gestão”, disse o futuro secretário, que deverá tomar posse na terça-feira (3).

Ainda na tarde deste domingo, Monteiro deve viajar à Brasília, onde voltará a conversar com a futura ministra da Cultura, a baiana Margareth Menezes, e fará contato também com outros secretários estaduais da pasta. Segundo ele, o foco é a regulamentação da Lei Paulo Gustavo, que prevê recursos financeiros da União para que estados e municípios executem ações emergenciais em favor do setor cultural.

“Já conversei com a ministra Margareth por telefone. Estarei na posse dela amanhã. Estou indo para Brasília hoje. Vou conversar com secretários de outros estados, porque a gente está conversando, sobretudo, sobre a regulamentação da Lei Paulo Gustavo. É um orçamento muito significativo que chegará aos estados e é um quadro novo”, avaliou Monteiro.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Publicação de Bruna Rotta levanta boatos de indireta para Rodrygo Goes

Bruna Rotta, ex-namorada de Rodrygo Goes, revelou estar grávida de outro jogador de futebol. A publicação ganhou destaque nas redes sociais, gerando um...

Cabelos de fogo, dinheiro e armas: a vida explosiva da “Ruiva do Job” presa no DF

Resumo: a Operação Eiron desarticulou uma célula criminosa no Distrito Federal, ligada ao tráfico de drogas e à cooptação social. Entre os alvos,...

Nunes Marques assume TSE com desafio do uso da IA nas Eleições 2026

Kassio Nunes Marques assume a presidência do TSE em 12 de maio, substituindo Cármen Lúcia, com André Mendonça como vice. O grande desafio...