Saiba em quais órgãos do GDF trabalham os 35 servidores investigados pelo 8/1

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A maior parte dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal (GDF) investigados por suspeita de participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro é da Secretaria de Saúde. Representam 40% do total.

A Controladoria-Geral do DF (CGDF) abriu 37 Processos de Investigação Preliminar (PIPs) para apurar suspeitas de participação nos atos de vandalismo, que terminaram com as sedes dos Três Poderes destruídas, em 8 de janeiro último.

Dois processos não estavam relacionados a servidores do regime disciplinar da Lei Complementar nº 840/2011, extrapolando, a competência da CGDF, por isso foram arquivados.

Os demais 35 PIPs são de servidores ligados às seguintes pastas:

– 14 servidores da Secretaria de Estado de Saúde
– 7 servidores da Secretaria de Estado de Educação
– 2 servidores da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania
– 1 servidor do Instituto Brasília Ambiental (Ibram)
– 2 servidores da Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Administração
– 1 servidor da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social
– 3 servidores da Procuradoria-Geral do DF
– 1 servidor da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer
– 1 servidor da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária
– 1 servidor da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação
– 1 servidor da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação
– 1 empregado público da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap)

Entre os PIPs vigentes, dez foram concluídos. Em dois, a CGDF recomendou abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Os oito restantes foram arquivados por falta de elementos mínimos.

CPI – Na Câmara Legislativa (CLDF), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), responsável pela investigação dos atos golpistas, decidiu transformar requerimentos de convites a generais em convocações.

A decisão veio após o general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), mudar todo o calendário das oitivas fazer pedidos e, mesmo assim, declinar do convite.

No Congresso Nacional, líderes da base do governo federal mudou de posição e passou a defender a abertura de uma CPMI para apurar os atos antidemocráticos.

STF – O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar os denunciados pelos atos golpistas. Entre os nomes encontram-se um médico e um nutricionista do DF.

Um levantamento do Metrópoles mapeou os nomes de 23 PMs do DF, SP e MG com suspeita de participação nos ataques contra os Três Poderes.

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