Clube baiano terá quatro atletas na disputa do Pan-Americano de 2023: “Momento muito especial”

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O Yacht Clube da Bahia será representado por quatro atletas na próxima edição dos Jogos Pan-Americanos. A dupla da vela na classe Snipe formada por Juliana Duque e Rafael Martins, a velejadora Bruna Martinelli na classe Windsurf IQ e a nadadora Celine Bispo se preparam para disputar a competição continental, marcada para acontecer entre os dias 20 de outubro e 5 de novembro, em Santiago, no Chile. Durante entrevista coletiva nesta terça-feira (11), o gerente geral de esportes, Luiz Pato, definiu o momento como especial para a agremiação.

 

“Esse é um momento muito importante para o clube. O Yacht foi fundado em 1935 por um grupo de quatro amigos velejadores que se reuniram com o objetivo de montar um clube, um espaço em que eles pudessem se reunir pra construir barcos de competição e guardar esses barcos. Já no segundo ano de existência, o clube inseriu a natação dentre seus esportes principais, de forma em que a vela e natação sempre caminharam juntos nesses 88 anos de existência do clube. Ao longo da história tivemos duas participações em Jogos Pan-Americanos em Indianápolis 87 que nos trouxe a prata na classe laser, e em 2019 com o bronze de Juliana Duque e Rafael Martins. A gente ter hoje, às vésperas do Pan de Santiago, ter quatro atletas numa mesma edição, nos dá uma alegria muito grande. Então, quero registrar esse momento muito especial”, discursou.

Luiz Pato (D) é o gerente geral de esportes do clube | Foto: Leandro Aragão / Bahia Notícias

 

Juliana Duque e Rafael Martins já tem experiência no Pan-Americano. A dupla conquistou o bronze na última edição realizada em Lima, no Peru, no ano de 2019.

 

“A gente vem se preparando bastante, treinando, muitas horas na água, investindo bastante nisso. Vamos conseguir trazer outra medalha, é o que estamos trabalhando para conseguir”, afirmou Martins. “Tudo o que a gente pode fazer é dar nosso máximo na preparação e durante o campeonato. É isso que a gente tem feito”, completou Duque.

 

Já as outras duas atletas são estreantes em Pan-Americanos. Mais experiente, Bruna Martinelli amargou algumas decepções por ter batido na trave na classificação para edições anteriores. Já Celine Bispo, de apenas 18 anos, começa a mostrar o talento nas piscinas entre as profissionais.

 

“A preparação começou há 20 anos, na verdade quando eu comecei. É um caminho muito duro. Já tivemos vários Pan-Americanos em que fiquei no segundo lugar e nesse que eu consegui conquistar a vaga. Como Juliana falou, estamos sempre dando duro. Como é só um por país, tem uma pressão a mais no classificatório, mas ter conseguido foi uma realiazação”, falou Martinelli. “Natação é um pouco diferente. Não é só ganhar, temos os índices e dois por prova. É só treino, a fase que temos para ficar ansioso, nervoso é no treino, porque na competição a gente colhe o que estamos botando no treino. Independente das dificuldades que enfrentamos, o treino é a palavra para conseguir as coisas”, comentou Bispo.

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