TJ-BA, Unicorp e Uneb firmam parceria para cooperação científica e acadêmica

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O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), por intermédio da Universidade Corporativa (Unicorp), e a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) assinaram um acordo de cooperação científica e acadêmica, nesta segunda-feira (24), para formação, aperfeiçoamento e especialização técnica do quadro de pessoal, bem como o desenvolvimento institucional mediante a implementação de ações, programas, projetos e atividades complementares de interesse comum.

 

O inclui a promoção de eventos conjuntos, além da troca de informações, tecnologias e publicações para o desenvolvimento da educação corporativa da gestão e do conhecimento jurídico.

 

“O Poder Judiciário da Bahia, através da Unicorp, dialoga com a Uneb, para que ambos se completem. Isso é um avanço institucional, salutar para o Tribunal e para o mundo acadêmico externo ao Judiciário”, afirmou o presidente do TJ-BA, desembargador Nilson Soares Castelo Branco. O magistrado pontuou que a parceria vai potencializar a criação de postos avançados de formação no interior do estado, de modo a incrementar a educação e favorecer o crescimento econômico e cultural.

 

A Uneb é multicampi e o compromisso firmado com o TJ-BA possibilita o desenvolvimento de ações em todos os espaços que a universidade está inserida. “É uma parceria que se inicia confiante e que dará certo. Teremos produção acadêmica, científica e cultural com o apoio e a participação efetiva do Tribunal de Justiça”, comemorou a reitora da Uneb, Adriana Marmori Lima.

 

“É uma parceria de alto nível, que vai permitir que a Unicorp implemente medidas importantes para a disseminação do conhecimento na Bahia, junto a uma instituição de alta relevância, como a Uneb, sobretudo dentro do projeto de descentralização da Universidade Corporativa, para criar unidades regionais”, externou o diretor-geral da Unicorp, desembargador Mário Albiani Alves Júnior.

 

Justiça Restaurativa é um dos temas que está na pauta do TJ-BA e da Uneb, com tratativas avançadas. “A Justiça Restaurativa é uma temática que deve integrar o currículo dos estudantes, não só de direito. Ela usa uma tríade interdisciplinar de saberes, para que a gente possa conseguir bons frutos da situação e para que o profissional possa resolver conflitos de maneira produtiva, construtiva”, declarou a presidente do Núcleo de Justiça Restaurativa de 2º Grau do TJ-BA, desembargadora Joanice Maria Guimarães de Jesus.

 

O acordo de cooperação tem vigência de 24 meses, podendo ser renovado por interesse de ambas as partes.

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