Em nova operação, Polícia Ambiental devolve peixes ao Rio Paraná

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São Paulo – Em nova operação da Polícia Militar Ambiental no Rio Paraná, trecho de Rosana, no interior de São Paulo, oito quilos de peixes pescados ilegalmente foram devolvidos à natureza (veja abaixo). Os peixes libertados eram das espécies cascudo, traíra, piranha e porquinho.

Segundo a Polícia Ambiental, as quatro redes de emalhar tinham sido dispostas de forma irregular no rio. Além disso, o material estava sem as plaquetas de identificação obrigatórias e com espaçamento inferior ao permitido. As placas são obrigatórias para pescadores profissionais. Já os amadores precisam usar varas e molinetes. Não havia ninguém no local.

O flagrante foi feito durante patrulhamento náutico na segunda-feira (28/8) em trecho do Rio Paraná próximo à parte baixa da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sergio Motta.

Um flagrante foi feito na mesma área na última sexta-feira (25/8), quando 700 metros de redes irregulares foram apreendidas. Quinze quilos de peixes da espécie tucunaré que estavam presos nas redes foram devolvidos ao Rio Paraná.

Na operação dessa segunda-feira, foram recolhidos 400 metros de redes. O material costuma ser deixado no rio pela manhã por pescadores, que retornam no fim do dia para ver se há peixes capturados.

As redes foram levadas para a Base Operacional de Rosana.

Tanques irregulares Em outra ocorrência na segunda-feira, um sitiante de 54 anos foi multado em R$ 6,6 mil por construir tanques em uma área de preservação permanente no município de Sandovalina.

Imagem mostra tanques construídos irregularmente em sítio de Sandovalina, interior de SP Segundo a Polícia Ambiental, os três tanques escavados ocupavam uma área de 1,3213 hectares e seriam utilizados como reservatórios de água para o gado.

O sitiante afirmou aos policiais que havia solicitado autorização para travessia de animais no local e acreditava que poderia ter construído os tanques. Ele foi autuado por dificultar a regeneração natural de demais formas de vegetação nativa.

A obra ficará embargada até que o proprietário da área solicite à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) a licença para sua conclusão.

 

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