Projeto de eficiência energética resulta na economia de R$ 210 mil em um ano para o TJ-BA

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A implantação do projeto de geração de energia fotovoltaica nas unidades judiciais localizadas no interior da Bahia resultou na economia de R$ 210 mil no último ano. A cifra foi confirmada pelo Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça (TJ-BA), que indica que esta quantia poderá ser destinada para outras áreas importantes da instituição.

 

Conforme o TJ-BA, a iniciativa alinha-se com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), Resolução CNJ nº 400/2021 e o Plano de Logística Sustentável do do próprio tribunal. 

 

O projeto teve início em 2017 e envolveu um rigoroso monitoramento do consumo e gastos com energia elétrica, em parceria com a Secretaria de Administração (Sead). Houve a substituição de lâmpadas fluorescentes e convencionais por LED; a instalação de células fotovoltaicas para geração de energia solar nas diversas comarcas do interior da Bahia; e campanhas educativas para o desligamento das luzes, elaboradas com apoio da assessoria de comunicação (Ascom). 

 

Além da economia nos gastos, a Core aponta para benefícios ambientais inerentes à redução das emissões de carbono. O projeto acumulou uma produção energética de 306 mil kilowatts/hora (kWh) nos últimos 12 meses, através de oito usinas situadas na capital e interior do estado. 

 

“Estamos orgulhosos com o esforço para tornar nosso Judiciário mais sustentável e eficiente com o apoio diuturno do eminente presidente desta Casa, desembargador Nilson Soares Castelo Branco, secretários, diretores, coordenadores, assessores e servidores. Este é um passo importante em direção à construção de um futuro mais verde e ao cumprimento das metas da Agenda 2030 da ONU. Além disso, os resultados financeiros positivos são uma prova adicional de que a sustentabilidade pode ser economicamente vantajosa”, afirmou a coordenadora do Núcleo Socioambiental, desembargadora Maria de Fátima Silva Carvalho. 

 

O TJ-BA planeja expandir o projeto de geração de energia fotovoltaica com inaugurações de nove novas usinas até o final da gestão, totalizando 17 usinas solares em operação, com a economia projetada de R$ 380 mil, equivalente a 550 mil kilowatts/hora (kWh) de energia elétrica. 

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