Téo Senna rebate acusações sobre recusar projetos na CMS: “Nunca vou plantar dificuldades”

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O vereador Téo Senna (PSDB) se defendeu, na tarde desta terça-feira (10), durante discurso na Câmara Municipal de Salvador (CMS) dos ataques que vem recebendo de outros colegas após rejeitar alguns projetos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

 

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“Entendo como democracia o direito de todos se expressarem, de concordar e discordar. E nesses quase 30 anos desta Casa, tenho orgulho de ter convivido com colegas de todas as vertentes políticas, com quem aprendi a discutir em todos momentos. E é isso o que nos enriquece como vereador. Nunca, em momento nenhum, eu vou plantar dificuldades para colher facilidades. Quando eu tiver que fazer meu argumento e discutir, vou discutir aqui de frente. Não vou falar isso quando o vereador estiver ausente. E é isso que me faz acreditar que eu me fiz respeitar nesta Casa”, desabafou.

 

Ainda em sua fala, o vereador intercedeu ao presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), e ao titular da CCJ, Paulo Magalhães Júnior (União), para defenderem a Câmara Municipal diante dos insultos dos vereadores insatisfeitos por terem seus projetos rejeitados pelo colegiado. Para Senna, os ataques não desrespeitam somente a ele, pessoalmente, como relator, como também a instituição Câmara Municipal.

 

“Essas ações não atingem somente a mim como vereador, atinge também o presidente da Câmara e o presidente da CCJ, porque vai de encontro às instituições. E é preciso que o presidente se posicione porque talvez as pessoas não estejam preparadas para exercer o seu mandato. E aqui repito, todas as nossas relatorias não seguem um posicionamento pessoal, ideológico, são análises técnicas, que seguem o que preconiza a legislação. Por isso sugiro aos colegas insatisfeitos que procurem conhecer o regimento interno da Câmara”, disse.

 

“Nesses quase 30 anos nessa Casa, eu só consegui alcançar três fatos importantes: dignidade, amizade e respeito. E é isso o que me tranquiliza nesses cinco mandatos. O meu voto não é de empresário, não é comprado de lideranças. Esse voto é pessoal. Eu não trabalho meia hora não, eu não faço hora extra como dizem, eu trabalho muito e em todos os momentos pra valorizar a minha função como vereador”, concluiu.

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