Imortal da Academia de Letras da Bahia, Emiliano José lança livro dedicado a jornalistas veteranas do estado

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Emiliano José, escritor e imortal da Academia de Letras da Bahia, lançou recentemente um livro intitulado “As comadres estão chegando”, obra dedicada a jornalistas veteranas do estado, e seu lançamento ocorreu no segundo dia da 11ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica).

 

As protagonistas desta obra são Jaciara Santos, Mônica Bichara, Joana D’Arck e Isabel Santos. Segundo Emiliano José, essas mulheres possuem “trajetórias de muito compromisso e seriedade no exercício da profissão e que foram rompendo as barreiras de uma profissão que outrora fora predominantemente masculina”.

 

A obra “As comadres estão chegando” teve sua origem nas publicações iniciais de Emiliano José no Facebook, onde ele desenvolveu a série “Memórias do Jornalismo de Emiliano”. Essa série já havia dado origem a outros livros, como “Balança mas não cai”, “O violeiro e a filha D’Oxum” e “Os comunistas estão chegando”. Este último serviu de inspiração para o título do livro atual, que destaca o papel fundamental das seis jornalistas na profissão e na sociedade baiana.

 

As protagonistas do livro também tiveram a oportunidade de falar ao público durante o lançamento. Joana D’Arck enfatizou a importância da seriedade e responsabilidade no exercício da profissão, bem como a luta conjunta das mulheres nas redações para romper barreiras. “Mas estivemos juntas também nos protestos, greves e manifestações nas ruas para defender nossos direitos”, frisou ela.

 

Isabel Santos ressaltou a importância da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 206/12, que está em análise na Câmara dos Deputados, para o retorno da obrigatoriedade do diploma de jornalismo no Brasil. Segundo ela, o diploma é resultado de estudos na universidade, onde os profissionais aprendem sobre ética e adquirem os conhecimentos necessários para exercer a profissão com responsabilidade.

 

Jaciara Santos também abordou os desafios enfrentados pelas mulheres nas redações de jornais, onde conquistaram espaços importantes em um ambiente predominantemente masculino. “Não fomos as primeiras profissionais a chegar nas redações, mas sem dúvida conquistamos espaços importantes num ambiente predominantemente masculino, e também enfrentamos os desafios da tecnologia e da vinda das redes sociais. E continuamos na ativa”, destacou.

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