André Valadão abre o jogo e se pronuncia sobre “Halloween gospel”

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Nesta quinta-feira (2/11), mais uma polêmica envolvendo André Valadão ganhou a web. O pastor da Igreja Batista da Lagoinha foi duramente criticado após aparecer fantasiado em algumas fotos, comemorando um “Halloween gospel”. O líder religioso, que vive em Orlando, na Flórida, bateu um papo exclusivo com a coluna e esclareceu sobre o episódio. “Aqui na América do Norte essa cultura é muito forte”, disse se referindo ao costume dos americanos com relação do Dia das Bruxas, cultuado no dia 31 de outubro.

“Muitos estão me atacando e me ligando à politica. Aproveito para deixar claro que eu não sou bolsonarista, embora o assunto seja a festa. Muitas pessoas não entendem que nos Estados Unidos [o Halloween] é um evento que as crianças participam muito. Aqui na América do Norte essa cultura é muito forte”, completou negando que estivesse curtindo a data.

E seguiu ressaltando que os julgamentos por conta do evento na congregação é mais uma atitude para desacreditá-lo: “Estamos num país que para pra isso [Halloween]. O país inteiro para pra isso. É fortíssimo. Todas as crianças absolutamente [participam]. Entendeu? Então assim, o pessoal pega isso e fica tentando me difamar pra variar, né?”.

Num comunicado oficial, enviado para esta colunista com exclusividade, Valadão explicou que a igreja realizou um evento, o Happy Pumpkin, na última terça-feira (31/10), como forma de “celebração à vida, como diz a própria tradução, “abóbora feliz”, e unir os fiéis para algo iluminado, de vida”.
“Diferente do Brasil, nos Estados Unidos a cultura à festa de dias das bruxas, algo macabro, é muito grande e atinge, principalmente crianças. Com o objetivo de transformar essa visão e unir os fiéis para algo iluminado, de vida, decidimos fazer uma celebração na data”, falava um trecho da nota.

No pronunciamento, André ainda lembrou que “não comemoramos o Halloween, mas nos distanciamos do mal, unindo nossa congregação numa atmosfera do bem. Inclusive, outras igrejas americanas também fazem esse tipo de evento”.

E finalizou: “Existe sim o divertimento, entre famílias, onde lembramos a importância de espalhar o amor e luz de Jesus ao invés das trevas. O Happy Pumpkin é a fuga da morte, para festejar a vida que Deus nos proporcionou”.

Leia o comunicado oficial na íntegra:

“Por contas das críticas ao evento Happy Pumpkin, da Igreja da Lagoinha de Orlando, nos Estados Unidos, viemos comunicar que se trata de uma celebração à vida, como diz a própria tradução, “abóbora feliz”.

Diferente do Brasil, nos Estados Unidos a cultura à festa de dias das bruxas, algo macabro, é muito grande e atinge, principalmente crianças. Com o objetivo de transformar essa visão e unir os fiéis para algo iluminado, de vida, decidimos fazer uma celebração na data.

Embora a polêmica, por sabermos que muitos desconhecem a Igreja da Lagoinha, informamos e deixamos bem claro que não comemoramos o Halloween, mas nos distanciamos do mal, unindo nossa congregação numa atmosfera do bem. Inclusive, outras igrejas americanas também fazem esse tipo de evento.

Existe sim o divertimento, entre famílias, onde lembramos a importância de espalhar o amor e luz de Jesus ao invés das trevas. O Happy Pumpkin é a fuga da morte, para festejar a vida que Deus nos proporcionou.”

Queixa-crime contra travesti Talita Oliveira

O cristão registrou queixa-crime na Europa contra Talita, no dia 1º de setembro, após ser acusado de pagá-la para fazer sexo. Vanessa Souza, advogada do pastor, informou que a denúncia foi aceita pelo Ministério Público na Europa, em conjunto com a Europol, agência que apura crimes no âmbito da internet.

“Estou em Dijon, na França. Fizemos a representação na promotoria local, entregando os documentos contra ela. Em São Paulo, o delegado já mandou instaurar o inquérito policial, abrindo um processo penal e com essa providência, viajei para Europa para acionar a promotoria local”, ressaltou a especialista, na ocasião, com exclusividade para a coluna.

A confusão começou após o pastor André Valadão causar uma polêmica levantada pela web, ao promover um suposto discurso de ódio contra a comunidade LGBTQIAP+. Após as falas, que segundo ele eram apenas a reprodução dos ensinamentos cristãos, a travesti Talita Olivier, mais conhecida como Talita Oliveira, afirmou que já teria feito sexo com o religioso, que é casado com Cassiane Valadão e pai de três filhos, Lorenzo, Vitório e Angel.

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