Ministras são “imortalizadas” na Academia Brasileira de Cultura

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As ministras Margareth Menezes, da Cultura, e Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas, estão“imortalizadas” na Academia Brasileira de Cultura (ABC). A cerimônia de inclusão delas ocorreu nesta terça-feira (14/11) no Rio de Janeiro.

Além das ministras, foram nomeadas nesta terça as atrizes Glória Pires, Vanessa Giácomo, Beth Goulart e Luana Xavier e cantoras Daniela Mercury, Liniker e Alcione.

A ministra da Cultura assume a cadeira de número 28, anteriormente ocupada pela cantora Elza Soares, que morreu em janeiro de 2022. Sonia Guajajara passa a ocupar a cadeira recém-criada em homenagem a Paulo Paulino Guajajara, líder indígena assassinado por madeireiros ilegais no Maranhão.

“Nunca pensei entrar para uma Academia Brasileira. É meio louco, mas agradeço”, afirmou Margareth Menezes. “Que isso? Forte, né? Nunca me imaginei imortal. Mas eu acredito em reencarnação; por isso, todos nós somos imortais de qualquer maneira”, acrescentou.

A Academia Brasileira de Cultura conta com a participação de 55 personalidades de diferentes vertentes da cultura do país, como o cantor Zeca Pagodinho, a apresentadora e jornalista Fátima Bernardes e a atriz Lilia Cabral.

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