Imagens particulares podem ajudar a solucionar casos de estupro no Carnaval, afirma secretário

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O secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, falou na noite desta terça (20), sobre o andamento das investigações dos casos de estupro registrados no circuito Dodô, durante o Carnaval de Salvador 2024. Segundo ele, algumas imagens particulares ainda devem ser recolhidas e podem facilitar na identificação dos envolvidos. 

 

Werner lamentou os casos e se solidarizou com as vítimas, afirmando que este tipo de ocorrência não poderia acontecer em nenhum momento, nem no Carnaval, que segundo ele, foi o maior de todos os tempos e teve um investimento grandioso em segurança pública.  

 

“De imediato, todas as diligências foram realizadas, tanto periciais quanto diligências investigativas. As investigativas ainda estão em andamento, a gente deve ter algumas revelações, algumas conclusões num futuro espero que breve, os detalhes eu não posso dizer até por conta da sensibilidade do caso. Esses casos de crimes sexuais são revestidos de segredo judicial para a preservação da vítima, das pessoas envolvidas e lógico da investigação, mas posso dizer sim que a gente adotou todas as medidas não só periciais, não só de oitiva das pessoas, não só na busca de testemunhas, deixamos de imediato o canal do disque denúncia para que alguma outra pessoa que possa contribuir com mais informações, recebemos informações por lá que também foram checadas e continuam sendo e a gente espera o mais rápido possível, confiamos na Polícia Civil, a gente espera que as investigações cheguem à conclusão e entreguem à Justiça os responsáveis destes delitos”, disse o secretário. 

 

Marcelo Werner também afirmou que a equipe está avaliando todas as imagens possíveis, principalmente as particulares, por conta de delitos que aconteceram fora do alcance das câmeras do circuito. “A equipe de investigação ainda está avaliando, lógico que em alguns locais as imagens foram recolhidas e estão sendo trabalhadas, e em outros locais a gente busca por imagens particulares, pois temos no circuito propriamente dito cerca de 400 câmeras, mas alguns destes delitos ocorreram em ruas adjacentes dos circuitos, então algumas não tinham câmeras”, concluiu.

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