Brasil supera número de casos de chikungunya de 2023

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O Brasil registrou 158.382 casos prováveis de chikungunya em 2024, segundo dados do Painel de Arboviroses, com informes diários de dengue, zika e chikungunya, do Ministério da Saúde atualizado nessa sexta-feira (27/4). O número supera a taxa total de 2023, 158.061.

Apesar da alta nos registros da doença, o percentual não bateu o recorde da série histórica. O maior número de casos da doença foi detectado em 2016, com 277.882, seguido por 2017, com 185.593.

Até o momento, 80 mortes pela doença foram confirmadas desde janeiro e 102 seguem em investigação. Durante todo ano passado, foram 122. De acordo com o Ministério da Saúde, o recorde de vidas perdidas pela chikungunya foi registrado em 2016, com 318.

Minas Gerais é a unidade da federação com a maior incidência da doença, com 486,5 casos para cada 100 mil habitantes. Seguido por Espírito Santo (206,8), Mato Grosso (181,2) e Mato Grosso do Sul (129).

Transmissão da doença Assim como a dengue e zika, a chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A principal forma de prevenção das doenças é eliminar água armazenada que pode se tornar possíveis criadouros do mosquito, como em vasos de plantas, pneus, garrafas plásticas e piscinas sem uso ou em manutenção.

Os principais sintomas são:

Febre Dores intensas nas articulações Edema nas articulações Dor nas costas Dores musculares Manchas vermelhas pelo corpo Coceira na pele generalizada ou localizada nas palmas das mãos e plantas dos pés Dor de cabeça Dor atrás dos olhos Conjuntivite não-purulenta Em casos de suspeita da doença, a indicação é procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou posto de saúde mais próximo.

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