São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba registram menor patamar de crescimento do aluguel desde 2022

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As capitais brasileiras estão registrando um crescimento no preço do aluguel em um ritmo cada vez mais lento. Em abril, uma das cidades inclusive registrou uma redução no valor do aluguel, conforme divulgado pelo Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb. Em Belo Horizonte, a variação acumulada nos últimos 12 meses foi de 12,11%, o menor índice desde fevereiro de 2022. Apesar disso, o preço do aluguel na capital mineira continua a subir, mas em um ritmo mais moderado. Em abril, a cidade completou 17 meses consecutivos de aumento no valor do aluguel, chegando a uma média de R$ 35,50 por metro quadrado. São Paulo também registrou o menor patamar de crescimento dos últimos dois anos, com uma variação de 9,38% nos últimos 12 meses, o menor percentual desde abril de 2022. Apesar da desaceleração, o preço médio do aluguel na cidade atingiu R$ 63,08 por metro quadrado, o maior valor desde o início da série histórica em 2019. A situação é semelhante em Curitiba, onde a variação acumulada no último ano é a menor dos últimos dois anos, desde abril de 2022. Apesar disso, o mercado imobiliário da cidade tem apresentado uma valorização consistente em todos os bairros, impulsionado por diversos fatores, incluindo o aquecimento do mercado neste início de ano.

No Rio de Janeiro, o mercado de aluguel de imóveis continua a registrar alta, porém, com um crescimento cada vez mais moderado. Nos últimos 12 meses, a variação atingiu 15,07%, o menor patamar desde agosto de 2022. Em Brasília, houve uma queda no preço do aluguel pela primeira vez em quase um ano. A retração registrada em abril foi de 0,39% em comparação com março, sendo a última vez que isso ocorreu em junho de 2023. No último mês, o preço do metro quadrado foi negociado a R$ 45,85 em média. Apesar dos valores expressivos, os consumidores ainda têm espaço para negociar. “A desaceleração do preço tem sido cada vez mais evidente nas capitais pesquisadas. Após a alta temporada de aluguéis, é importante monitorar como essa tendência se desenvolverá ao longo do ano”, afirma Thiago Reis, gerente de dados do Grupo QuintoAndar.

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