Cármen se esquiva de comentar semelhança de Bolsonaro e Maduro

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No sábado (10/8), em São Paulo, durante o Encontros piauí, evento promovido pela revista de mesmo nome, a ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), preferiu não comentar as relações entre o Brasil e a Venezuela e as possíveis semelhanças entre Nicolás Maduro e Jair Bolsonaro.

Questionada pela jornalista Consuelo Dieguez sobre sua visão em relação ao tema, Cármen Lúcia respondeu de forma humorada, arrancando gargalhadas da plateia: “Não vejo, porque a Justiça é cega”.

Cármen Lúcia esclareceu que o TSE do Brasil não foi convidado para ser um observador, mas sim um “vedor”, ou seja, apenas para realizar um acompanhamento protocolar.

Sobre a questão das semelhanças entre Jair Bolsonaro e Nicolás Maduro, em relação às críticas à Justiça Eleitoral, a ministra também respondeu de maneira descontraída. Andrée Petry, diretor de redação da piauí, questionou se o comportamento de ambos indicava que pertenciam à mesma família.

“Sobre serem da mesma família, também não vou entrar nesse mérito. Só sei que não são da minha”, afirmou Cármen Lúcia, provocando mais risos na plateia.

 

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