Carballal pede desligamento da coordenação de campanha de Geraldo Jr. após “esvaziamento” de atividades; saiba detalhes

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Henrique Carballal, vereador licenciado de Salvador e presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), está se afastando da coordenação da campanha de Geraldo Jr., atual vice-governador e candidato à prefeitura de Salvador pelo MDB. De acordo com informações apuradas pelo Bahia Notícias, Carballal decidiu sair das funções após perceber uma redução significativa das atividades.

Ao ser consultado pelo Bahia Notícias, vários líderes da campanha de Geraldo indicaram que um gesto teria sido feito para deixar a atuação direta na campanha. Contudo, o desligamento ainda não foi confirmado pelo vice-governador nem pela equipe de campanha. A alegação central seria que Carballal se tornou uma figura “decorativa”. Adolpho Loyola, chefe de gabinete do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e membro da equipe de campanha, teria realizado mudanças que desagradaram Carballal.

Uma das razões que causaram descontentamento foi a nomeação de Aécio Moreira, chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, como responsável financeiro da campanha. A partir dessa decisão, outras atividades antes desempenhadas por Carballal começaram a ser reduzidas, diminuindo sua participação direta no processo eleitoral.

O vereador licenciado foi um dos primeiros a apoiar a saída de Geraldo Jr. do grupo político associado ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), em 2022, quando houve o rompimento entre o MDB e o prefeito de Salvador, Bruno Reis. Apesar de estar atualmente no PDT, Carballal já foi filiado ao PV e ao PT, partido pelo qual iniciou sua trajetória na Câmara de Vereadores da capital baiana.

Este não é o primeiro episódio controverso envolvendo Carballal nesta campanha. Recentemente, ele moveu uma ação judicial contra Ivanilson Gomes, presidente estadual do PV na Bahia e coordenador de governo de Geraldo Jr., por comentários considerados ofensivos nas redes sociais e imprensa eletrônica. A ação solicita uma indenização de R$ 28,2 mil por danos morais.

Carballal alega ter sido difamado em uma nota de repúdio publicada em um perfil no Instagram ligado ao PV. Na nota, foi insinuado que ele teria agido de forma racista e violenta contra uma dirigente do partido, Vânia Almeida, ao supostamente impedi-la de subir ao palco durante a convenção de Geraldo Jr.

Como coordenador de campanha, Carballal afirma ter apenas informado a Ivanilson que nem todos poderiam acessar o palco devido às restrições físicas do espaço. Ele contesta o alcance municipal e estadual que a nota do PV teve, sendo reproduzida em diversos veículos de comunicação.

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