Marçal presta depoimento sobre suposto atentado: “Tomamos um susto”

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São Paulo — O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB, Pablo Marçal, chegou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no início da noite desta sexta-feira (30/8) para prestar depoimento sobre uma suposta tentativa de atentado que teria ocorrido durante uma agenda de campanha no bairro Anália Franco, zona leste da capital.

“Tomamos um susto hoje. Já tamos registrando um boletim aqui na Polícia Civil. Tamo junto. Obrigado aos policiais que agiram rápido. Tem jeito não, vai ser no primeiro turno”, disse Marçal ao chegar no DHPP. 

boneco de isopor candidato do psol marcal
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Pablo Marçal exibe colete à prova de balas em ato de campanha na zona leste de SP

Pablo Marçal (PRTB) chega a departamento policial
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Boneco de isopor que seria entregue por candidato do PSol a Pablo Marçal

Reprodução

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Pablo Marçal exibe colete à prova de balas em ato de campanha na zona leste de SP

Renan Porto/Metrópoles

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Pablo Marçal (PRTB) chega a departamento policial

Renan Porto/Metrópoles

A Polícia Civil não informou a natureza do registro policial.

Durante a tarde, seguranças do influenciador disseram ter visto um grupo de pessoas, entre as quais a candidata a vereadora pelo PSol Carolina Iara, com uma arma se aproximando dele em frente a uma padaria. A arma estaria dentro de um boneco de isopor.

A campanha de Marçal não apresentou provas sobre a suposta existência de uma arma.

Candidata alega farsa

Carolina Iara divulgou um vídeo em seu perfil no Instagram acusando Marçal de usar o objeto de isopor para simular uma tentativa de atentado.

“Estão tentando ligar esse vídeo a um suposto atentado. Olha só que absurdo. Não acreditem nessa mentira, eu passei o dia fazendo campanha eleitoral”, disse a candidata.

“Eu estava aqui na zona leste, fazendo minha campanha, e vim entregar um presente para o Marçal, que era esse isoporzinho, que é o meme de um pinóquio, para o candidato mais mentiroso dessa eleição. E fui extremamente perseguida, saí rapidamente do local porque vocês sabem que extrema direita é bastante truculenta”, complementou.

Após a suposta ameaça de atentado, Marçal foi orientado a vestir um colete a prova de balas e decidiu manter sua agenda, uma carreata pela região, que durou cerca de cinco horas.

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