Estados Unidos pedem que seus cidadãos saiam da Síria enquanto ‘ainda há voos disponíveis’

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Os Estados Unidos estão pedindo aos seus cidadãos que deixem a Síria imediatamente, aproveitando os voos comerciais disponíveis. O Departamento de Estado emitiu o alerta devido às condições de segurança voláteis e imprevisíveis, marcadas por confrontos intensos entre grupos armados em todo o território sírio.

A ofensiva dos rebeldes islamistas liderados pelo grupo Hayat Tahrir al Sham (HTS) resultou na captura de cidades estratégicas como Alepo, Hama e partes da província de Homs, aproximando-se de Damasco. O HTS, classificado como organização terrorista, declarou seu objetivo de derrubar o regime de Bashar al-Assad, causando mais de 800 mortes, incluindo civis.

Enquanto as forças sírias e russas tentam conter o avanço dos rebeldes, posições estratégicas continuam a ser tomadas. A crise gerou mais de 370 mil deslocados, com a maioria sendo mulheres e crianças. A Rússia instou seus cidadãos a sair da Síria, enquanto o Irã classificou a ofensiva como uma ameaça à estabilidade regional.

Paralelamente, as Forças Democráticas Sírias (FDS) lideradas por curdos ocupam áreas abandonadas pelo governo. O líder das FDS indicou abertura para diálogo com rebeldes e até com a Turquia, enquanto o presidente turco expressou apoio aos rebeldes. Desde 2011, a Síria está em guerra civil, com mais de 500 mil mortos e o país dividido em zonas controladas por diferentes facções, cada uma apoiada por potências estrangeiras.

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