As duas coisas que faltam aos militares, e só uma delas prestaria

Publicado:

compartilhe esse conteúdo



Os militares não podem governar, assim como os civis não podem ir para a guerra. A Constituição define claramente os papéis de cada um.

No governo de Bolsonaro, a militarização foi intensa, revelando seu desejo por um golpe desde o início.

Para alguns militares, bastava retornar ao poder por vias democráticas, sem recorrer às armas como em 1964.

No entanto, a influência dos militares sobre Bolsonaro foi o oposto do esperado, com o presidente controlando seus antigos colegas de farda.

O governo Bolsonaro revelou a incapacidade dos militares em cargos-chave, como Pazuello, Braga Netto e Ramos.

Alguns militares estão sendo investigados e enfrentarão julgamento, enquanto o clima nas Forças Armadas é tenso.

Há desconforto com a atuação do ministro Alexandre de Moraes, alimentando a revolta de alguns militares golpistas.

A insatisfação resultou em atos de rebeldia e descontentamento na caserna diante das mudanças propostas nas despesas das Forças Armadas.

Faltam aos militares uma guerra para combater e a obediência às normas democráticas.

Uma guerra não é desejável, sendo a submissão às regras democráticas o esperado desde a proclamação da República.


Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Irã inicia funeral de Ali Khamenei e tenta mostrar poder após guerra

MundoFuneral do aiatolá Ali Khamenei começará neste sábado (4/7), com cerimônias que devem se estender até 9 de julho em Mashhad Compartilhar notíciaO Irã...

Cotado a vice de Zema é acusado de orquestrar fraude de R$ 6,8 milhões

Geraldo Rufino, empresário conhecido como o “catador de sonhos” e cotado para vice de Romeu Zema, está sob escrutínio jurídico: a Justiça aponta...

Município de RR pagou 32% a mais por ambulâncias usando emendas Pix

Mirelle PinheiroA PF apura um suposto esquema de irregularidades na aplicação de recursos de emendas Pix recebidos por munícípios do estadoCompartilhar notícia Resumo A...