Estacionamento em área pública teria motivado assassinato de motorista

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Um conflito envolvendo o estacionamento na área em torno de uma praça pública no Conjunto 20 da Quadra 408 de Samambaia Norte, no Distrito Federal, teria sido o motivo por trás do assassinato do motorista de transporte escolar, Adriano de Jesus Gomes (imagem em destaque), de 50 anos, na manhã desta quinta-feira (6/2).

De acordo com testemunhas, a discussão entre a vítima e o atirador, o empresário Francisco Evaldo de Moura, teve início nas primeiras horas do dia.

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Francisco Evaldo de Moura atirou ao menos quatro vezes em vizinho

vitima tiroteio samambaia

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Adriano de Jesus Gomes tinha 50 anos

Reprodução

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Carro usado por Francisco para fugir

Francisco foi até a residência de Adriano e começou uma discussão ao ver o carro de um dos filhos da vítima, Gabriel Ferreira, 20 anos, estacionado em uma área pública. Moradores locais relataram que o empresário alegava ser o proprietário desse espaço.

No calor da discussão, Francisco sacou uma arma da cintura e disparou pelo menos quatro tiros contra Adriano e Gabriel – que não foi atingido. Em seguida, fugiu do local em um Chevrolet Ônix prata.

Quando o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) chegou ao local, encontrou Adriano sem vida, com ferimentos no pescoço e no peito. Ele deixa esposa, Elaine, e dois filhos.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi chamada para investigar o crime. O caso está sob a responsabilidade da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) como homicídio.

Câmeras de segurança capturaram o momento da discussão entre os indivíduos envolvidos, assim como o tiroteio.

Assista:

De acordo com relatos, a animosidade entre os vizinhos era antiga, especialmente devido ao local onde Adriano costumava estacionar o ônibus escolar que possuía.

Além disso, em uma ocasião anterior, Francisco também teria tido um desentendimento com a esposa da vítima enquanto ela lavava a área da residência.

Uma vizinha, que preferiu não se identificar, relatou ao Metrópoles que o empresário frequentemente a repreendia por lavar a área, pois não queria detergente na frente de sua casa.

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