Crime da 113: linha do tempo mostra o que deve acontecer após STJ adiar julgamento

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O adiamento do julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) envolvendo Adriana Villela, acusada de ser a mandante do triplo homicídio conhecido como o Crime da 113 Sul, adicionou um novo capítulo a essa longa saga. Com o pedido de vista do ministro Sebastião Reis Júnior, presidente da Sexta Turma do STJ, a incerteza paira sobre a possibilidade da arquiteta cumprir a sentença de 61 anos de prisão ou se haverá a anulação do júri.

O crime ocorreu em 2009, quando os corpos do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral José Guilherme Villela, sua esposa Maria Carvalho Villela e a funcionária da família foram encontrados no apartamento onde residiam na 113 Sul, em Brasília. As vítimas, brutalmente assassinadas com mais de 70 facadas, deram início a uma complexa investigação que culminou na acusação de Adriana Villela como a suposta mandante.

Após um julgamento que durou 10 dias e mais de 100 horas, resultando em uma pena total de 67 anos e 6 meses de reclusão para Adriana, a defesa recorreu. Em 2022, a 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal reduziu a sentença para 61 anos e três meses, mantendo a acusação, porém gerando novo embate judicial.

Agora, com o julgamento em curso no STJ, após o voto do relator pela rejeição do recurso e a favor da prisão imediata de Adriana, o ministro Sebastião Reis Júnior pediu vista, adiando o desfecho por até 90 dias. O futuro do caso permanece incerto, sujeito a mais reviravoltas no tribunal superior.

Enquanto aguardam o desfecho no STJ, tanto a defesa quanto a acusação se preparam para próximos passos, mantendo a expectativa em relação ao desfecho final. O desfecho dessa intricada trama jurídica ainda reserva capítulos a serem desvendados.

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