Morte do papa Francisco pode atrasar debate sobre anistia; entenda

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A recente notícia do falecimento do papa Francisco, ocorrido na segunda-feira (21/4), traz novos elementos que podem influenciar o cenário político brasileiro. A pressão de apoiadores do presidente Bolsonaro para pautar a discussão sobre anistia pode ser afetada, uma vez que o presidente Lula é esperado no velório do pontífice, junto a uma comitiva do Congresso que inclui líderes como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O fato de Motta ser católico e ter realizado uma missa ao assumir a presidência da Casa no primeiro dia de mandato acrescenta uma camada interessante a esse contexto, embora sua presença na Itália ainda não esteja confirmada.

Em caso de confirmação da viagem, a Câmara poderá enfrentar duas semanas com atividades reduzidas, considerando o feriado de 1º de maio na semana seguinte, tradicionalmente reservado para reuniões de líderes. Enquanto isso, o governo teria um prazo adicional de 15 dias para articular-se contra o projeto de anistia, uma vez que Motta delegou às lideranças partidárias a decisão de votar ou não o requerimento de urgência para o projeto.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Mulher que fingiu ter 12 anos faz aniversário de 38 anos

Resumo: Em Santa Catarina, a mulher Amanda Maria Sousa Oliveira, 38, foi presa após se passar por uma menina de 12 anos e...

PSOL cobra Hugo Motta por demora em processos contra deputados punidos por ocupar Mesa Diretora

O líder do PSOL na Câmara, deputado Tarcísio Motta, entregou pessoalmente ao presidente da Casa, Hugo Motta, um documento cobrando explicações sobre a...

Equipe econômica tenta postergar votação da PEC que amplia autonomia do BC

Resumo: Integrantes da equipe econômica do governo Lula atuam nos bastidores para adiar a votação da PEC que amplia a autonomia do Banco...