Inflação do Brasil desacelera em abril, mas remédios e alimentos continuam em alta

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Em abril, o Brasil registrou uma inflação de 0,43%, ligeiramente abaixo dos 0,56% de março, com os remédios contribuindo significativamente para esse cenário.

CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Movimentação em mercado atacadista na Zona Leste de São Paulo

Movimentação em mercado atacadista na Zona Leste de São Paulo

Em abril, a inflação oficial do Brasil teve um aumento de 0,43%, a maior para o mês desde 2023. O IPCA acumulou alta de 2,48% no ano e 5,53% em doze meses, muito influenciado pelo setor de saúde, que subiu 1,18%. O aumento nos preços dos medicamentos, autorizado em março, foi um fator chave para essa elevação. Já os alimentos subiram 0,82%, uma desaceleração em relação aos 1,17% de março.

Os produtos que mais encareceram foram a batata-inglesa e o tomate, com aumentos de 18,29% e 14,32%, respectivamente. Em contraste, o setor de transportes registrou uma queda de 0,38%, impulsionada pela redução de 14,15% nas passagens aéreas e uma desaceleração nos preços dos combustíveis.

Esses dados indicam uma desaceleração em certos setores, sugerindo uma possível estabilização da inflação nos próximos meses. Compreender as dinâmicas do mercado e os índices de preços é fundamental para as decisões de política econômica do governo.

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