Ministros europeus ameaçam Rússia com novas sanções e exigem progresso em negociações com a Ucrânia

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Os ministros das Relações Exteriores de seis países europeus e a chefe da diplomacia da União Europeia (UE) se reuniram em Londres e ameaçaram a Rússia com sanções adicionais, pedindo progresso imediato nas negociações de paz com a Ucrânia. O grupo, composto por representantes da França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha, Reino Unido e da estoniana Kaja Kallas, destacou a falta de uma intenção séria da Rússia para avançar nas conversações.

Os ministros concordaram em adotar medidas ambiciosas para limitar a capacidade da Rússia de financiar a guerra, especialmente visando o setor petrolífero. Entre as ações sugeridas, está a manutenção de ativos soberanos russos congelados até que a agressão cesse e sejam pagos os danos causados.

A reunião ocorreu após um ultimato dos aliados da Ucrânia para que a Rússia aceite um cessar-fogo. O chanceler britânico, David Lammy, exortou Vladimir Putin a considerar seriamente a paz na Europa. Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, reforçou que a Rússia demonstra o desejo contínuo pela guerra.

Neste contexto, a Ucrânia acusa a Rússia de lançar mais de 100 drones. José Manuel Albares, ministro das Relações Exteriores da Espanha, ressaltou a importância de um cessar-fogo incondicional para facilitar as negociações. Ele destacou a determinação europeia em apoiar a Ucrânia enquanto necessário e a relevância da semana atual para discernir quem realmente busca a paz.

Após a reunião, os ministros discutiram por videoconferência com o secretário de Estado americano, Marco Rubio. David Lammy mencionou que a prioridade dos EUA é alcançar um cessar-fogo imediato, refletindo a preocupação compartilhada entre os aliados.

Além disso, um ultimato foi enviado à Rússia para aceitar um cessar-fogo total e incondicional de 30 dias. Caso contrário, a Rússia enfrentará sanções massivas. Donald Trump, ex-presidente dos EUA, também pediu reuniões imediatas entre Ucrânia e Rússia.

Enquanto isso, Putin manifestou-se aberto a negociações sem condições prévias, propondo uma reunião em Istambul. Zelensky convidou Putin para um encontro na quinta-feira, mas até o momento não houve resposta do Kremlin.

Quais são suas opiniões sobre as ações da Europa e os desenvolvimentos na Ucrânia? Compartilhe suas ideias nos comentários!

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