Pastor diz que pregador que torce para time de futebol é “crente de meia tigela”

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Recentemente, um discurso do pastor Elias Cardoso, líder da Assembleia de Deus Ministério de Perus em São Paulo, gerou uma onda de discussões nas redes sociais. Seu posicionamento contundente sobre certos comportamentos dentro das igrejas pentecostais tem dividido opiniões, especialmente entre os fiéis que acompanham suas pregações.

Em um vídeo que circula amplamente, Elias não hesitou em criticar pregadores que se identificam com times de futebol, chamando-os de “crentes de meia tigela”. Para ele, o ministério deve prevalecer sobre paixões pessoais. “Ninguém deve se vangloriar por ser usado por Deus; somos apenas vasos”, declarou, ressaltando que um dia todos prestarão contas a Deus.

Além das críticas aos que torcem por times, o pastor expressou sua preocupação com o que considera mudanças que vão contra as tradições da Assembleia de Deus. Ele desaprova tentativas de criar uma “mentalidade de comunidade” que, em sua visão, dilui o sentido espiritual das práticas. Um exemplo que citou foi a troca do círculo de oração por eventos como “chá de mulheres”, que, segundo Elias, comprometem a identidade doutrinária da denominação.

O pastor também lamentou o que vê como um enfraquecimento da vida devocional dos fiéis. “Hoje, muitos crentes não sabem mais orar com profundidade. As pedras estão clamando”, afirmou, referindo-se a um versículo bíblico que destaca a importância da devoção sincera.

Em um momento que chamou atenção, Elias usou o ex-presidente Jair Bolsonaro para exemplificar a soberania divina, citando João 8:32: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Ele questionou a noção de que Deus não usaria líderes fora do contexto evangélico, lembrando que Deus chamou até mesmo Dario de “meu servo”. Essa afirmação rendeu reações diversas, com alguns aplaudindo sua defesa das tradições e outros criticando a falta de abertura para novas abordagens dentro da fé.

Qual é a sua opinião sobre as declarações do pastor Elias? Você acredita que é possível alinhar tradições e inovações na prática religiosa? Deixe seus comentários e compartilhe suas reflexões!

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