‘TACO’: Trump se irrita com termo viral que leva o nome dele. Entenda

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A expressão “TACO”, que significa “Trump Always Chickens Out” ou, em tradução livre, “Trump Sempre Arrega”, ganhou notoriedade nos Estados Unidos, especialmente entre analistas financeiros. Essa expressão se tornou uma referência ao constante vaivém das tarifas imposto pelo presidente. Recentemente, Trump demonstrou sua indignação ao ser questionado sobre o termo durante uma coletiva de imprensa.

“Eu ‘amarelo’? Nunca ouvi isso”, reagiu Trump. “Isso é porque eu reduzi as tarifas da China de 145% para 100% e depois para outro número?”

O episódio ocorreu quando uma jornalista informou o presidente que analistas de Wall Street estavam utilizando “TACO” para descrever a sua postura frente às tarifas. Em resposta, Trump se defendeu, citando a pressão da União Europeia por mais tempo nas negociações. “Você chama isso de amarelar? Isso é negociação”, afirmou, encerrando seu argumento com um aviso: “Nunca diga o que você acabou de dizer, porque essa é uma pergunta maldosa.”

Mais tarde, ao comentar sobre investimentos nos EUA, Trump reforçou que não estava recuando nas suas medidas e expressou sua incredulidade diante das acusações. “E eles vão falar que eu estou arregando. Isso é inacreditável. Geralmente, eu ouço o contrário, dizem que estou sendo muito duro”, acrescentou.

Decisão Judicial Impacta Tarifas

No mesmo dia, o Tribunal de Comércio Internacional dos EUA suspendia as tarifas comerciais que Trump havia proposto contra seus principais parceiros comerciais, incluindo as tarifas do “Dia da Libertação”, impostas em 2 de abril. A Justiça considerou essas tarifas ilegais, superando a autoridade do presidente.

A liminar permanente suspendeu a execução das tarifas globais antes que novos acordos fossem firmados. Embora a maioria das tarifas de Trump deva ser suspensa, algumas continuam em vigor. Entre as suspensões, destacam-se:

  • Suspensão das tarifas de combate ao fentanil impostas contra a China, México e Canadá.
  • Suspensão das tarifas de 30% sobre produtos chineses.
  • Suspensão das tarifas de 25% sobre produtos importados do México e do Canadá.
  • Suspensão das tarifas de 10% que foram implementadas em 2 de abril.

Entretanto, as tarifas de 25% sobre automóveis, autopeças, aço e alumínio, que seguem a Seção 232 da Lei de Expansão Comercial, permanecerão. Agora, cabe ao governo Trump decidir se desafiará esta decisão em instância federal.

E você, o que pensa sobre essa situação? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo!

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