‘Juliana sofreu uma grande negligência da equipe de resgate, vamos lutar por justiça’, diz família

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A história de Juliana Marins, uma jovem publicitária brasileira, é marcada por tristeza e clamor por justiça. Ela perdeu a vida após uma queda em uma trilha do monte Rinjani, na Indonésia. Sua família, devastada, afirma que a equipe de resgate falhou tragicamente, resultando em quase quatro dias de espera até que seus chamados fossem atendidos. Em uma declaração impactante nas redes sociais, os familiares de Juliana afirmam que, se a ajuda tivesse chegado dentro do prazo estimado de sete horas, ela ainda estaria viva.

O acidente ocorreu no dia 20 de junho e confirmou-se sua morte na terça-feira, 24. Juliana estava a 600 metros do ponto de sua queda e testemunhas relataram que ela foi deixada sozinha pelo guia que a acompanhava. Ele continuou com o grupo, enquanto Juliana enfrentou sozinha a adversidade. “Ela merecia muito mais! Nós vamos atrás de justiça por ela, porque é o que ela merece”, ressaltou a família, evidenciando a dor e a determinação em buscar respostas para o que aconteceu.

O governo indonésio, responsável pelo Parque Nacional do Monte Rinjani, justificou a demora na operação de resgate, explicando que as condições climáticas extremas interferiram na mobilização de diversas agências e voluntários. O Ministério Florestal expressou lamento pela morte de Juliana e ofereceu condolências à família. “Que eles encontrem força e perseverança para enfrentar esta tragédia”, diz a nota oficial.

Na manhã seguinte ao aviso de falecimento, o processo de resgate começou. Às 6h, a equipe se preparou para a evacuação, e o corpo de Juliana foi içado para a superfície. O resgate foi concluído com sucesso ao meio-dia, e o corpo foi levado ao Hospital Bhayangkara Polda NTB, onde exames periciais seriam realizados. Juliana, natural de Niterói e com apenas 27 anos, deixou um legado de experiências culturais e profissionais, tendo trabalhado em empresas renomadas e explorado o mundo.

Este trágico acontecimento não apenas marca o luto de uma jovem promissora, mas também a luta de uma família em busca de justiça. Que a memória de Juliana inspire mudanças e melhorias nos protocolos de resgate, garantindo que outras vidas não sejam perdidas em circunstâncias semelhantes. Compartilhe suas reflexões e apoie essa causa nas redes sociais.

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