‘Esses caras mataram minha filha’, diz mãe de brasileira morta em vulcão na Indonésia

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“Esses caras mataram minha filha.” A angústia na voz de Estela Marins ecoa com força, trazendo à tona a tragédia que abalou uma família. Sua filha, a publicitária Juliana Marins, perdeu a vida em uma escalada no vulcão Rinjani, na Indonésia. O programa Fantástico revelou novas imagens que capturam o momento fatídico, incluindo um capacete com a luz ainda acesa, um símbolo desconcertante da esperança interrompida.

Os pais de Juliana estão inconformados e apontam responsabilidades. Segundo eles, a negligência do guia, que deixou a jovem sozinha por cerca de 40 minutos para fumar, contribuiu para a sua fatalidade. “Ela estava cansada, e ao invés de receber apoio, foi abandonada em um local perigoso”, afirma Manoel Marins, o pai. Para ele, o responsável maior é a administração do parque, que demorou indevidamente em acionar a Defesa Civil, crucial em momentos de emergência.

O acidente ocorreu ao amanhecer, por volta das 4h, mas o resgate só aconteceu cerca de 15 horas depois. Uma simples corda foi o único equipamento de segurança à disposição dos turistas em uma trilha reconhecida como desafiadora e arriscada. Estela e Manoel pedem justiça, clamando por mudanças nas práticas de segurança que, segundo eles, são deficientes e enganosas. “Os passeios são vendidos como fáceis, mas não é assim”, desabafa Manoel, reafirmando a urgência em tornar a segurança uma prioridade.

Enquanto o luto assola a família, o impacto dessa tragédia ecoa através das redes sociais, e comunidades se mobilizam em homenagem a Juliana. A reflexão sobre a importância da segurança nas atividades esportivas ganha destaque, e a família Marins espera que a dor de sua perda não seja em vão. E você, o que pensa sobre a segurança em atividades de aventura? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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