Lula afirma que IA não pode se tornar privilégio de poucos países ou de alguns bilionários

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Durante a cúpula do Brics, Luiz Inácio Lula da Silva destacou a urgência de democratizar o acesso à Inteligência Artificial (IA), alertando que essa tecnologia não deve ser um privilégio de apenas alguns países ou magnatas. Em sua abertura da sessão “Fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial”, ele expressou a necessidade de um modelo de governança que seja justo, inclusivo e equitativo.

“As novas tecnologias devem servir à sociedade como um todo, e não a interesses isolados,” afirmou Lula, enfatizando que o progresso no campo da IA depende da colaboração entre o setor privado e a sociedade civil. A declaração concluída ao fim do encontro deverá reafirmar esse compromisso, promovendo a valorização dos dados entre os países-membros do Brics.

Neste contexto, Lula também levantou preocupações sobre o uso da IA como ferramenta de manipulação nas mãos de bilionários, ressaltando que cada nação deve participar ativamente desse avanço tecnológico, assegurando que as oportunidades estejam acessíveis a todos.

O Brasil, enquanto membro crucial do Brics, está determinado a lutar por um mundo multipolar, mais equilibrado e pacífico. O que você pensa sobre essa visão? Compartilhe suas ideias nos comentários!

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