Pastor preso por estuprar sogra já foi condenado por porte de arma

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São Paulo

Pastor de 61 anos tem histórico criminal e é preso por suspeita de estupro contra a sogra de 91 anos em Registro

No interior de São Paulo, o pastor e funcionário público Dario da Conceição, 61, foi preso em flagrante no dia 23 de junho, acusado de estuprar a sogra de 91 anos em Registro. As evidências surgiram a partir de imagens gravadas por câmeras instaladas pela família, que registraram o abuso durante a ausência da esposa e do filho.

Segundo a investigação, a vítima é acamada e monitorada por câmeras no quarto. O suspeito teria desligado a internet da residência para impedir o monitoramento remoto, mas as gravações permaneceram salvas no sistema, chegando às mãos da Polícia Civil após a família reunir as imagens.

Além das acusações atuais, os documentos apontam um histórico criminal antigo de Dario. Em 2003, ele foi condenado a dois anos de reclusão por posse irregular de arma de fogo, pena substituída por prestação de serviços à comunidade e extinta em 2006. Outras ocorrências incluem uma investigação em 1988 por lesão corporal (arquivada) e, em 1993, uma contravenção penal ligada ao porte de arma sem licença, com multa. Um processo em 2014 no Juizado Especial Cível e Criminal de Registro teve a punibilidade extinta em 2015.

Entenda o que ocorreu, segundo os documentos disponíveis:

  • 23 de junho: prisão em flagrante por estupro contra a sogra de 91 anos, em Registro.

  • Vítima acamada, monitorada por câmeras instaladas pela família; o suspeito desligou a internet para tentar impedir o acesso remoto às imagens.

  • As gravações, porém, permaneceram armazenadas e foram entregues à Polícia Civil, que decretou a prisão preventiva.

  • O caso é objeto de investigação para verificar a existência de outros abusos contra a idosa.

A defesa alega que o pastor não se recorda dos fatos, tendo se mantido em silêncio durante o interrogatório. Por outro lado, a versão apresentada pelos investigadores é de que as evidências capturadas pelas câmeras não correspondem à narrativa do acusado, fortalecendo a acusação de abuso contra a idosa.

O caso permanece sob acompanhamento da Polícia Civil, com a Justiça decidindo sobre a continuidade da prisão preventiva enquanto novas informações são apuradas. A comunidade local aguarda os próximos desdobramentos, especialmente quanto à eventual responsabilização de outros envolvidos.

Este é um desdobramento sensível que coloca em foco a proteção de pessoas vulneráveis e a importância das evidências digitais na elucidação de crimes de violência contra idosos. O que você pensa sobre o uso de imagens de câmeras para esclarecer suspeitas em situações semelhantes? Deixe seu comentário abaixo com a sua opinião e perguntas.

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