Passageiro de voo passa mal durante conexão, é levado para UPA e some

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Na noite de sábado, 5 de julho, uma jornada esperada se tornou um grande mistério para a família de Fábio Morais Cavalcanti, um mecânico de 50 anos. Ele estava viajando de Recife (PE) para Manaus (AM) com uma conexão em Brasília, quando começou a passar mal durante o voo. Desde então, sua trajetória é envolta em incertezas, pois não foi mais visto nem teve notícias.

Fábio, que não é alfabetizado e não possui celular, vestia camiseta branca, calça vinho e um boné preto. Sua viagem tinha o propósito de rever seu irmão, algo que ele fazia com frequência. Porém, ao sentir-se mal, funcionários da companhia aérea o guiaram até um hotel próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília.

Por volta das 23h30 daquele mesmo dia, Fábio teve uma convulsão e foi levado à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Núcleo Bandeirante. Na manhã seguinte, o cenário havia mudado novamente: ele desapareceu da unidade de saúde, onde um funcionário mencionou que ele parecia desorientado. Desde então, a família tem buscado incansavelmente por informações, mas sem sucesso.

A ausência de respostas da companhia aérea e das autoridades tem intensificado a angústia familiar. Foi relatado que um boletim de ocorrência foi registrado sobre o caso, mas, em uma reviravolta desalentadora, a família foi informada de que este havia sido “cancelado”, sob a justificativa de que se tratava de um “fato atípico”, sem relação com crime.

Com apoio de amigos em Brasília, os parentes de Fábio tentaram investigar por conta própria, mas até agora, sem sucesso. A ausência de informações relevantes fez com que a família se dirigisse a diversas instituições, incluindo a Polícia Civil e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal, mas ainda não obtiveram respostas concretas.

A busca por Fábio Morais Cavalcanti é por mais do que a incerteza: é por um aviso, um sinal. Se você tiver qualquer informação sobre seu paradeiro, entre em contato com Carolina pelo telefone 81 981-553-335. A esperança de encontrá-lo ainda brilha, e toda ajuda é bem-vinda.

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