Setor de alumínio pode perder R$ 1,15 bilhão com tarifaço dos EUA, diz Abal

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Na última quinta-feira, a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) lançou um alerta preocupante sobre as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, sinalizando um possível impacto financeiro de R$ 1,15 bilhão no setor de alumínio brasileiro. Apesar da isenção para a alumina, insumos cruciais como a bauxita, hidróxido de alumínio, óxido de alumínio e cimento aluminoso permanecem sob forte sobretaxa de 50%. Essa sistemática tributária pode inviabilizar a entrada de diversos produtos no mercado americano, onde o Brasil já exportou mais de 1 milhão de toneladas de alumínio apenas em 2024.

A Abal destaca que, mesmo com a isenção de alguns insumos, a mantença das tarifas sobre outros materiais essenciais comprometerá a competitividade do setor no cenário internacional. O alerta se estende por diversas áreas da economia brasileira, todas atentas às repercussões dessas medidas tarifárias, que afetam profundamente as estratégias de exportação.

Com o mercado norte-americano sendo um dos principais destinos das exportações brasileiras de alumínio, a continuidade das tarifas levanta uma bandeira vermelha. A Abal está monitorando a situação e busca alternativas para mitigar os efeitos negativos desses encargos sobre a indústria nacional. O futuro do setor depende de ações decisivas e da adaptação às novas exigências do cenário global.

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