Plano de contingência do tarifaço terá ‘impacto mínimo’ no Orçamento, reafirma Tebet

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Em um momento decisivo, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, revelou que o plano de contingência para aliviar empresas afetadas pelas tarifas dos Estados Unidos terá um impacto considerado “mínimo” nas contas públicas. “Estamos plenamente cientes de que sua implementação será restrita ao necessário, garantindo que nenhuma empresa fique para trás”, afirmou a ministra, ao chegar para uma audiência no Senado.

Tebet destacou que cabe ao presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, a decisão sobre a data do anúncio do pacote, que ainda está em avaliação pelo Ministério do Desenvolvimento. Ela explicou que, embora o setor de pescado seja muito atingido, nem todas as empresas do setor serão beneficiadas, já que algumas não operam com exportação para os Estados Unidos.

Além disso, a ministra abordou a preocupação persistente do governo com a inflação. Apesar de apontar um otimismo cauteloso sobre a possibilidade de a taxa se manter dentro da meta até o final de 2025, ela também mencionou que dados recentes do IBGE revelaram uma inflação de 0,26% em julho. “Enfrentamos desafios com tarifas de energia e habitação, mas há uma deflação nos preços dos alimentos, que é o que realmente importa para a população”, ressaltou.

O alívio nas recentes estatísticas, especialmente nos preços dos alimentos, trouxe uma perspectiva mais positiva. A ministra reforçou que essa queda é crucial, pois afeta diretamente a vida das pessoas. Com um cenário de inflação que começa a ceder, Tebet encerra com uma mensagem de esperança: “Estamos otimistas com o andamento dos números e com a diminuição dos preços que impactam o cotidiano.”

E você, o que pensa sobre as estratégias do governo para lidar com a inflação e suas consequências para as empresas? Compartilhe suas opiniões nos comentários!

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