Eduardo agradece a Trump por carta a Bolsonaro: “Trará grande alegria”

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) expressou, nesta segunda-feira (18/8), sua gratidão ao presidente dos EUA, Donald Trump, pela carta de apoio destinada a seu pai, Jair Bolsonaro. Em suas palavras na rede social X, Eduardo destacou que a mensagem, que lhe foi entregue pessoalmente, trará “grande alegria” ao ex-presidente, que se encontra em prisão domiciliar.

“O presidente Jair Bolsonaro está atualmente, sem qualquer condenação, impedido de dar entrevistas, usar celular, acessar suas redes sociais ou até mesmo se comunicar comigo, seu filho. Apesar disso, posso garantir que esta carta, original e devidamente assinada, lhe trará grande alegria”, afirmou ele.

Eduardo tem pressionado as autoridades brasileiras para que considerem a posição dos EUA, que segundo ele, cogitam implementar mais sanções ao Brasil caso o ex-presidente continue a ser alvo de “perseguição política”. Ele esteve recentemente em Washington D.C. para reuniões com assessores da Casa Branca e representantes do Departamento de Estado e do Tesouro.

Na carta, Trump menciona o “tratamento terrível” que Bolsonaro tem recebido devido às sanções impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e afirma acompanhar de perto a situação da Justiça brasileira em relação ao ex-presidente.

“Prezado sr. Bolsonaro, vejo o tratamento injusto que você está recebendo de um sistema que se voltou contra você. Este julgamento deve terminar imediatamente! Não estou surpreso em vê-lo liderando as pesquisas; você foi um líder forte e respeitado que serviu bem ao seu país. Estarei observando de perto”, enfatizou Trump.

Atualmente, Jair Messias Bolsonaro está como réu no STF, acusado de liderar uma tentativa de golpe. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que ele coordenou um plano para se manter no poder após a derrota eleitoral.

O procurador-geral, Paulo Gone, pede a condenação de Bolsonaro por crimes como liderança de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, entre outros. O ministro do STF, Cristiano Zanin, agendou para 2 de setembro o início do julgamento do ex-presidente e seus aliados.

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