“Quem erra é o presidente dos EUA, não Flávio Dino”, avalia jurista

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A recente decisão do ministro Flávio Dino, reafirmando a soberania do Brasil sobre legislações estrangeiras, como a Lei Magnitsky dos EUA, gerou intensos debates. Em uma entrevista esclarecedora, o professor de Direito Constitucional, Gustavo Sampaio, expõe as repercussões dessa postura, especialmente para as instituições financeiras que transacionam entre os dois países.

Sampaio considera a aplicação da legislação americana contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, como um “exagero” e uma manobra de natureza política. Ele enfatiza a necessidade de o Brasil cultivar maior autonomia financeira, um caminho essencial para evitar fragilidades em situações similares.

Segundo Sampaio, a solução para essa crise pode surgir por meio da diplomacia ou pela própria Justiça dos EUA. Contudo, ele adverte que o Judiciário americano geralmente favorece o presidente em questões de soberania. A decisão de Dino é vista como um passo firme na defesa das leis brasileiras, enquanto o verdadeiro problema reside na interpretação inadequada da legislação norte-americana.

Para uma análise mais profunda sobre esse dilema e as possíveis formas de abordá-lo, assista ao vídeo completo:

Facebook Comments

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Ocorrência policial em bairro de Porto Seguro termina com três mortos na madrugada

Porto Seguro, 12 de janeiro de 2026: Três homens morreram após serem baleados dentro de um carro durante uma operação da Polícia Militar,...

Eduardo compara prisão de Bolsonaro com a de Maduro: “Tenho inveja”

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (12/1) ter inveja de Nicolás Maduro, o presidente afastado da Venezuela, ao comparar...

Homem mata ex-companheira dentro de bar em Itabela e tenta tirar a própria vida após o crime

Itabela: Um feminicídio seguido de tentativa de suicídio foi registrado na...