Ministério Público perde prazo e pai de Henry Borel pode não testemunhar em julgamento

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Uma recente polêmica sobre prazos legais trouxe incerteza sobre a participação de Leniel Borel, pai de Henry Borel, no julgamento de Monique Medeiros e do ex-vereador Jairo Souza. Ambos são acusados de tortura e homicídio do menino, que foi assassinado em 2021.

A dúvida surgiu após uma interpretação inicial da Justiça do Rio de Janeiro sugerir que o Ministério Público (MP) havia perdido o prazo para incluir novas diligências e testemunhas, prejudicando o depoimento de Leniel.

No entanto, um representante do MP esclareceu que o prazo em questão era meramente indicativo e não uma obrigação legal. Ele garantiu que não houve descumprimento de regras processuais que impedisse o depoimento de Leniel, que é considerado uma testemunha-chave no caso. Leniel, por sua vez, demonstrou confiança em seus advogados e na justiça, enquanto a mãe e o padrasto do menino continuam presos.

Essa situação revela como aspectos processuais podem impactar diretamente o andamento de um caso tão delicado e sensível. O relógio avança, mas a busca por justiça para Henry ainda não chegou ao fim.

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