Junta militar que governa Burkina Faso proíbe homossexualidade no país

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A junta militar que atualmente dirige Burkina Faso anunciou a proibição da homossexualidade no país, com penas que podem chegar a cinco anos de prisão para quem for pego em “práticas homossexuais”. A decisão, divulgada no dia 1º de setembro, foi aprovada por unanimidade pelo parlamento de transição, que conta com 71 deputados.

Conforme o ministro da Justiça, Edasso Rodrigue Bayala, a legislação especifica que quem for considerado culpado por homossexualidade pode enfrentar penas variando de dois a cinco anos de detenção. “Se uma pessoa for pega em práticas homossexuais ou comportamentos semelhantes, será apresentada ao juiz”, declarou Bayala à emissora estatal RTB.

Essa nova medida se une a outras legislações semelhantes em várias nações da África, onde a homossexualidade é ilegal em aproximadamente 30 países. A proibição em Burkina Faso reflete um crescente conservadorismo em relação a direitos LGBTQ+ no continente.

O que você pensa sobre essa nova lei? Compartilhe sua opinião nos comentários.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

“Maldita corda”, lamenta mãe de jovem que morreu em salto de rope jump

Na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), uma jovem de 21 anos morreu após realizar rope jump sem cordas de proteção. Três instrutores...

Homem morre durante gravações de série da Disney+ no Rio de Janeiro

TelevisãoAcidente durante gravações da série Delegacia de Homicídios deixa vítima fatal no Rio Resumo: durante as gravações da série Delegacia de Homicídios, produzida para...

Justiça rejeita ação para impedir AGU de defender Moraes nos EUA

Resumo do caso: No Distrito Federal, a 20ª Vara Federal rejeitou um pedido para suspender a atuação da AGU na defesa do ministro...