Aumenta o número de mortos em desabamento de escola na Indonésia

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O número de mortos após o desabamento de uma escola na Indonésia subiu para 40, de acordo com informações da mídia local neste domingo. O acidente ocorreu na última segunda-feira, quando a sala de oração do Internato Islâmico Al Khoziny, no distrito de Buduran, desabou, deixando ainda 104 sobreviventes e dezenas de feridos.

As equipes de busca continuam dedicadas à recuperação, enfrentando condições de trabalho extremamente difíceis. Os escombros de concreto e estruturas de aço precisam ser cortados manualmente para garantir a segurança dos socorristas.

“Removemos os destroços um por um, cortamos a estrutura de aço e depois evacuamos os corpos”, relatou Emi Freezer, da Agência Nacional de Busca e Resgate.

Durante o domingo, novas equipes e equipamentos pesados foram mobilizados. No entanto, o uso de guindastes foi temporariamente suspenso, permitindo assim cortes manuais das partes estruturais.

Processo de identificação das vítimas

Todos os corpos recuperados foram levados ao Hospital Bhayangkara da Polícia Regional de Java Oriental, onde a equipe de Identificação de Vítimas de Desastres (DVI) realiza os trabalhos de reconhecimento. Até a noite do último sábado, 17 corpos já haviam sido processados no hospital.

Três das vítimas, com idades entre 13 e 16 anos, já foram identificadas: Firman Nur, Muhammad Azka Ibadur Rahman e Daul Milal, todos alunos do internato. As identificações foram confirmadas por registros médicos, dentários e impressões digitais.

“O processo de identificação está sendo acelerado para atender às expectativas das famílias. Nossas condolências pela enorme perda sofrida pelos estudantes e seus familiares”, afirmou M. Khusnan Marzuki, chefe da Divisão Médica da Polícia Regional de Java Oriental.

A tragédia mobilizou forças de várias regiões da Indonésia, incluindo agências de resgate como a Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB) e organizações voluntárias.

Investigações preliminares indicam que o colapso ocorreu devido a falhas estruturais nas fundações do prédio, que não suportaram as obras em andamento nos andares superiores. A maioria das vítimas era estudante, com idades entre 13 e 19 anos.

As buscas continuarão até que todas as vítimas sejam localizadas e identificadas, conforme afirmam as autoridades locais.

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