Pai diz que viu madrasta esquartejar menina de 4 anos e ocultar corpo

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Num dos casos mais chocantes de Guarulhos, o metalúrgico Lucas Silva Souza, de 29 anos, contou à polícia que presenciou a desempregada Manoela Cristina César, sua companheira, esquartejando o corpo da filha dele, Emanuelly Lourenço Silva Souza, que tinha apenas 4 anos. O crime teria ocorrido no quintal da própria residência do casal, depois de enterrar e concretar as partes do corpo da menina.

Esse terrível relato veio após contradições iniciais durante um inquérito do Conselho Tutelar, motivado pela mãe de Emanuelly, Gabriella Cardoso Lourenço da Silva, que relatou agressões contra seus filhos enquanto moravam com Lucas. Nesse ponto, Gabriella buscava apoio para localizar a filha – um pedido que tornou-se mais urgente diante da confusão sobre o paradeiro da criança.

A confissão foi feita sob pressão, depois que a conselheira Rafaela Costa dos Reis percebeu as inconsistências nas histórias contadas por Lucas e Manoela. Lucas admitiu que a menina estava com Manoela enquanto ele estava no trabalho e, ao voltar, a encontrou sem vida. Ele relatou que a madrasta brigou com a menina, que acabou desfalecendo, e então, o casal decidiu ocultar o cadáver para evitar a prisão.

Com os detalhes revelados, foi constatado que após a morte da criança, Lucas e Manoela concordaram em esquartejar o corpo no dia seguinte, uma ação na qual Lucas admitiu apenas “assistir e auxiliar”. A polícia, ao investigar, identificou a possibilidade de haver mais restos mortais espalhados pela casa.

Por sua vez, Manoela apresentou outra versão: alegou que passou a tarde com Emanuelly e notou que a menina parecia doente. Ela sugeriu que Lucas foi quem decidiu “se desfazer do corpo”. Questionada sobre possíveis agressões ou envenenamento, ela respondeu que não diria mais nada, pois ambos seriam presos de qualquer forma.

A investigação revelou que Lucas já tinha antecedentes criminais, incluindo maus-tratos contra um filho e agressão contra Gabriella. O casal foi indiciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Durante a audiência de custódia realizada no Tribunal de Justiça de São Paulo, foi decretada a prisão preventiva de ambos.

Uma notícia difícil de engolir, não é? Fica o espaço aberto para você deixar sua opinião. O que pensa sobre essa trágica situação e as circunstâncias que levaram a um final tão violento para a vida de uma criança? Compartilhe sua visão nos comentários.

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